Por: Taciana Giesel
A Comissão de Assuntos Políticos (CAP) das entidades médicas, composta por membros da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Conselho Federal de Medicina (CFM), se reuniu nos dias 5 e 6 de novembro, em São Paulo, para analisar diversos projetos de lei considerados relevantes para a Saúde e para os profissionais médicos que estão em tramitação nas Casas do Congresso.
Ao todo foram 40 projetos analisados e destes, nove foram selecionados para serem prioridade da agenda da Comissão, entre eles o Projeto de Lei 3.734/2003, que dispõe sobre o salário mínimo profissional dos médicos. Além disso, as ações estratégicas para o ano de 2010 também foram definidas.
Ao longo do ano os membros da CAP visitam os parlamentares para debater e dar sugestões sobre os projetos de lei que englobam questões relevantes aos médicos e a saúde brasileira.
Participaram do encontro: Márcio Bichara e Waldir Cardoso (Fenam), José Luiz Dantas Mestrinho, Jurandir Marcondes, Luc Weckx, Lázaro de Miranda (AMB), Alceu Pimentel, Neuman de Macedo, Wirlande Santos (CFM), Dalvelio de Paiva Madruga, Jose Antonio Ribeiro Filho, Pedro Pablo Chacel, Ricardo Baptista (CFM).
Espero que agora haja respeito e mais ética pela profissão da medicina. Pois, esta cada vez mais banalizada! Gostaria de deixar registrado o crime que acontece no Hospital Dr. Clementino Moura – Socorrão II, em São Luís no Estado do Maranhão. Onde os Setores da ortopedia e Clinica cirúrgica, alguns médicos dão o carimbo para assistentes administrativas, para que essas prescrevam os pacientes, cuja responsabilidade era dos médicos. Em troca, as secretarias recebem uma comissão pelo trabalho. Além de prescrever os pacientes, essas também avaliam o que os pacientes admitidos gravemente devem realizar, isso de segunda à segunda, principalmente nos finais de semana.
É uma falta de respeito para com os pacientes é um crime!
Os profissionais que atual nos setores são coniventes com a situação, sabem do caso, porém não denunciam, por medo. Pois, há muitos contratados trabalhando no hospital, e tem medo das represarias. Até os dirigentes – diretores geral, administrativos – sabem do caso mais não fazem nada.
Será que o ATO MÉDICO, será capaz de reverter esta situação?! Uma vez que não será possível reverter essas formações de personalidade e falta de caráter desses açougueiros.
É preciso uma investigação e intervenção dos órgãos da saúde, aqui em São Luís – Maranhão.
Precisamos de justiça!