O texto tem provocado protestos desde sua edição, em maio deste ano. Além dos médicos, outras categorias protestaram contra mudanças feitas pela MP, que reproduz o Projeto de Lei 2203/11 (cuja tramitação na Câmara não evoluiu, por falta de acordo). Professores de mais de 50 universidades federais estão em greve há um mês e meio, pedindo aumento maior do que os 4% concedidos.
As maiores mudanças feitas pelo relator no texto beneficiam os médicos, para os quais são criadas tabelas específicas – que passam a ficar desvinculadas das demais carreiras da Previdência, da saúde e do trabalho.
Cerca de 30 carreiras são tratadas de alguma forma pela MP, por meio da criação de gratificações, aumento dos valores de outras, aumento de vencimentos básicos, ou por mudanças nas regras para recebimento de gratificações na aposentadoria.
Fonte : Agência Câmara


Novamente obstruiram a pauta com a MP 566, (“abre crédito extraordinário, em favor dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Integração Nacional, no valor global de R$ 706.400.000,00, para os fins que especifica”.) també não foi apreciada a MP 567 e a nossa MP 568, novamente:
Matéria não apreciada por acordo dos Srs. Líderes.
apesar de haver corum e de ter havido grande pressão dos parlamentares em prol de nossa causa para que a mesma fosse apreciada. Vamos aguardar o desenrolar deste embróglio, mas temos de nos manter UNIDOS, pois percebia-se claramente uma discussão, que vários parlamentares diziam não entender o porque da discussaõa acirrada pelo bloco governista, devido a apreciação da MP 566, pois a mesma só venceria em Setembro, haviam pedidos de palavras sucessivas para o mesmo tema já falado e repetido, até a pauta não ser mais apreciada, sendo encerrada às 21:12.