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Archive for the ‘Entrevistas’ Category

Por: Taciana Giesel

ImageO presidente da Federação Nacional dos Médicos, Geraldo Ferreira, criticou as declarações dadas pelo Ministro da Saúde na manhã desta quarta-feira (12). Padilha reforçou a idéia de trazer médicos estrangeiros sem revalidação de diplomas para atenderem exclusivamente a população mais pobre em regiões mais desassistidas.

As declarações foram apresentadas durante audiência pública na CCJ da Câmara dos Deputados. Segundo o presidente da FENAM a iniciativa põe em risco a saúde da população brasileira.

“Esses médicos não entenderão as demandas dos pacientes, não falarão nossa língua e o pior, não saberemos a procedência nem o nível de qualificação destes profissionais, ” destacou Ferreira.

Parlamentares presentes na audiência também questionaram a proposta, considerada polêmica pelo próprio ministro.

“Com todo respeito, ministro, mas na medicina quando propomos diagnósticos sem certezas, corremos o risco de levar a morte dos pacientes,” provocou o deputado Henrique Fontana.

“O bom médico estrangeiro também não vai ficar satisfeito em vir trabalhar aqui, com consultas pagas pelo SUS a R$ 10. Temos que investir em uma carreira de estado, com salários decentes,” destacou o deputado Ronaldo Caiado (DEM/MS).

Há médicos suficientes no país

De acordo com estudos, há médicos brasileiros suficientes para atender a população, mas de acordo com entidades médicas nacionais (FENAM, CFM e AMB) o governo precisa oferecer condições de trabalho e salários atrativos.

“Cerca de 17 mil médicos são lançados anualmente no mercado brasileiro. Muitos estão desempregados, vivendo de bicos ou com contratos precários. Um concurso público nacional, com atrativos e salários decentes resolveria o problema a curto prazo,” destaca Ferreira.

A FENAM defende uma carreira de estado, com progressão na carreira. De forma emergencial, sugere que o Governo realize concurso público para absorver os médicos brasileiros.

Veja a reportagem:

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O presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, afirmou que hoje o Brasil coloca no mercado aproximadamente 17 mil médicos ao ano, sendo que já existem 370 mil médicos atuando. Segundo ele, a presença de 6 mil médicos do exterior não vai resolver o problema da carência desses profissionais.

Comissões da Câmara discutem a contratação e a entrada de médicos estrangeiros no Brasil.

Comissões da Câmara discutem a contratação e a entrada de médicos estrangeiros no Brasil.

Ele destacou que a reprovação dos médicos formados do exterior no Revalida chegou a 95% em alguns anos. Segundo ele, isso mostra que o processo de avaliação dos médicos formados no exterior deve ser rigoroso, sob pena de colocar em risco a saúde e a vida da população.

Ferreira disse entender a preocupação dos prefeitos com a falta de atendimento à população, mas, segundo ele, importar médicos a um custo mais baixo não é a melhor solução para o problema.

Na avaliação dele, a Justiça reconhece que não e possível abrir o mercado brasileiro sem que as regras legais sejam respeitadas e o governo estaria tentando abrir uma exceção.

Audiência debate a contratação de médicos estrangeiros

As comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Seguridade Social e Família discutem nesta quarta-feira (15) a contratação e a entrada de médicos estrangeiros no Brasil. A reunião realizada no Plenário 12, foi proposta pelos deputados Damião Feliciano (PDT-PB) e Dr. Rosinha (PT-PR).

De acordo com Damião Feliciano, o Governo Federal quer facilitar a entrada de médicos estrangeiros no Brasil, com propósito de suprir a falta de profissionais, no interior do País, nas periferias e nos programas de assistência básica. “A categoria médica, entretanto, argumenta que existem médicos brasileiros suficientes e bem qualificados, que estão dispostos à ir para áreas de difícil acesso, desde que lhes sejam oferecidas boas condições de trabalho e qualidade de vida”, afirmou.

Os médicos brasileiros, acrescenta Dr. Rosinha, também contestam a entrada de médicos estrangeiros no País sem que os profissionais façam o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos, o Revalida.

Foram convidados:

- o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Geraldo Ferreira Filho;
- o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz D’avila;
- o presidente da Associação Médica Brasileira, Florentino Cardoso;
- representante do Ministério da Saúde;
- representante do Ministério das Relações Exteriores e
- a presidente do Conselho Nacional de Saúde, Maria do Socorro de Souza.

Fonte : Agência Câmara de Notícias

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Estudantes do Centro Acadêmico de Medicina Albert Sabin (CAMED) da Universidade Gama Filho do Rio de Janeiro – que é uma das escolas médicas mais tradicionais do País – estiveram na Federação Nacional dos Médicos no final da tarde de ontem (21) pedindo apoio contra a situação de precarização do ensino médico em que se encontra a universidade.

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O presidente do CAMED, Rafael Iwamoto, alega que a atual mantenedora da universidade não tem compromisso com o desenvolvimento das atividades acadêmicas, “tanto que professores, funcionários e estudantes se encontram em greve. Ao total são 2.150 médicos que ficarão prejudicados se alguma atitude do Governo não for tomada”.

“O caos deste momento já deixou de ser um problema de educação e passou a ser um problema na saúde pública, pois os estudantes de medicina não têm mais condições de um futuro melhor, precisamos agir rápido”, disse o vice-presidente do Centro Acadêmico, Rodrigo Rocha.

Um dossiê com todas as denuncias feito pelo movimento médico foi entregue ao presidente. No encontro ficou acordado que a Fenam também irá apoiar o movimento médico para a próxima audiência pública no Senado Federal do dia 2 de abril. “A Federação apoia essa luta no que for possível e dará espaço na audiência para os estudantes pautar o caso da Universidade Gama Filho”, explicou o presidente da Fenam, Geraldo Ferreira.

Entre os estudantes também estiveram presentes, Edvaldo Guimarães;Iago Gadelha; e Judas Tadeu dos Santos.

Fonte: Viviana Lira

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Representantes da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) vistoriaram a situação de trabalho dos colegas e o atendimento da população em Salvador (BA). A Maternidade de Referência Prof. José Maria de Magalhães Netto, recebeu uma atenção maior da comitiva devido à greve dos médicos que se iniciou há 12 dias. Os profissionais reivindicam o direito de ter carteira assinada, piso FENAM e melhores condições para trabalhar. O presidente da Federação Nordestina dos Médicos, José dos Santos Menezes, fala sore o caso e o presidente da FENAM reforça a importância da luta e união do movimento médico.

Assista aqui a reportagem completa: http://web.fenam2.org.br/tv/showData/403254

Em Salvador (BA),  Maternidade de Referência Prof. José Maria de Magalhães Netto têm pacientes nos corredores.

Em Salvador (BA), Maternidade de Referência Prof. José Maria de Magalhães Netto têm pacientes nos corredores.

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Repercutiu na mídia nacional nos últimos dias de janeiro de 2013, a notícia sobre a proposta da Frente Nacional dos Prefeitos, referente à contratação de médicos formados em universidades estrangeiras, apresentada à Presidente da República, como sendo a solução para a carente assistência médica ofertada nos municípios brasileiros.
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A contratação destes médicos estrangeiros, mesmo em caráter temporário, sem a revalidação de diploma, que consiste em verificar os conhecimentos, habilidades e competência exigidas para o exercício da prática médica no nosso país, se configura uma solução apressada e equivocada do problema, que poderá expor a população usuária do Sistema Único de Saúde – SUS a um atendimento sem qualidade, acarretando mais riscos à saúde do paciente atendido.O baixíssimo índice de aprovação na primeira etapa do Revalida de 2012, que é o teste idealizado pelos ministérios da Saúde e da Educação para conferir validade no Brasil a diplomas de médicos expedidos por universidades estrangeiras, demonstra o nível de conhecimentos dos 894 candidatos que se submeteram ao citado teste. Dos 98 aprovados para a segunda etapa – Avaliação de Habilidades Clínicas, apenas 77 tiveram os diplomas revalidados, não atingindo 9% do total inscrito, número insignificante para suprir a necessidade existente nos municípios brasileiros.

A alegativa de que faltam médicos no Brasil para suprir a carência de profissionais nos municípios do interior não corresponde à realidade; este argumento é frequentemente contestado pelos dirigentes das entidades médicas nacionais. O que de fato existe é uma grande concentração de profissionais nas regiões mais desenvolvidas do país, especialmente no sul, sudeste e nas capitais dos estados, onde as condições de trabalho propiciam os recursos técnicos minimamente necessários para o exercício profissional, apesar dos constantes deslocamentos entre hospitais e ambulatórios, e do estressante ritmo de vida a que estão expostos, estes profissionais priorizam o local onde exista melhor condição de trabalho.

Os gestores afirmam que é difícil manter os médicos nos pequenos municípios, mesmo oferecendo vantagens salariais, o que evidencia não ser o salário o principal motivo para o médico não se fixar nas cidades interioranas. Esquecem-se de mencionar a maneira de como é feito o contrato de trabalho entre o profissional e o município, geralmente realizado de forma precária e, principalmente, sem condições dignas e adequadas para o bom exercício da medicina.

Em recente encontro de Acolhimento Nacional aos Secretários Estaduais e Municipais de Saúde, realizado em 01 de fevereiro do corrente ano, em Brasília, o Sr. Ministro da Saúde Alexandre Padilha afirmou: “A cada desafio, lembrem que vocês não estão sozinhos na tarefa de garantir uma saúde de qualidade aos brasileiros. Transforme sua gestão em marca histórica do Sistema Único de Saúde no seu município”.

A saúde é um bem inestimável e não pode ser negligenciada. O concurso público com vinculo estatutário para médicos e demais profissionais de saúde, com carreira de estado, condições adequadas de trabalho e uma remuneração justa e digna (piso salarial da FENAM para os médicos) é a mais urgente e principal solução para fixar os profissionais nas cidades do interior e proporcionar uma assistência médica de qualidade à população brasileira.

Lembrem-se, Senhores gestores, vocês não estão sozinhos. É hora de fazer valer as palavras do Senhor Ministro da Saúde.
Propiciem-nos condições dignas de trabalho que faremos a nossa parte!

 

Fonte : Samuel Abranques – Vice-Presidente do Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará

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Na manhã dessa quinta-feira (28) a Federação Nacional dos Médicos (FENAM) esteve reunida com a Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU), em São Paulo, para debater assuntos de interesse da categoria médica, bem como um piloto de cursos de formação sindical; fóruns regionais; movimento médico; e parceria estreita entre Confederação e Federação. 

O presidente da Fenam, Geraldo Ferreira, garantiu que a reunião superou as expectativas, “temos procurado uma parceria cada vez maior que nos permita usufruir de alguns financiamentos e contribuições sindicais, o nosso objetivo também é adquirir as experiências que a CNTU tem a nos oferecer”. 

Para o vice-presidente da Fenam, Otto Baptista, o encontro de hoje passa a ter mudanças significativas entre a Federação e a Confederação, “percebemos que a relação ficará mais estreita nos próximos trabalhos, pois a CNTU tem membros e palestrantes importantes que irão contribuir na preparação e no conhecimento do médico sindicalista, o que irá atender aos anseios dos profissionais, os quais representamos”. 

O Secretário de Direitos Humanos, José Murisset, disse que a parceria efetiva fortalece e contempla a realidade sindical, “o curso de formação de aperfeiçoamento sindical, que está prestes a acontecer, nós buscávamos a bastante tempo; e hoje, em São Paulo, percebemos que os movimentos serão maiores e mais representativos com a participação de grandes lideranças do movimento sindical indicados pela Confederação. 

“É importante o estreitamento de laços, desta forma haverá projetos conjuntos, formando uma estabilidade”, comentou Álvaro Norberto Valentin – Diretor de Saúde Suplementar da Fenam. 

O presidente do CNTU, Murilo Celso de Campos Pinheiro, disse que a participação da Fenam é de extrema importância dentro da Confederação, “a iniciativa da Federação em reunir os pontos que estavam em pauta foi muito válida, posso dizer que vamos atender a todos os anseios, fazendo um trabalho mais amplo e conjunto de forma organizada a favor da categoria médica e sindicatos, pode ter certeza que a nossa participação será mais efetiva”. 

Murilo ainda assegurou aos diretores que irá buscar, em breve, uma participação válida com o Brizola Neto, Ministério do Trabalho, em todos os fóruns regionais a serem realizados, bem como nas comissões, conselhos e mobilizações da Fenam. 

Na ocasião, os diretores da Federação fizeram um convite de participação no movimento do dia 1º de maio ao presidente Murilo Celso, “ficamos alegres em ter a confirmação da presença da CNTU na mobilização que acontecerá em Natal e isso só mostra a competência e a força que a Fenam tem dentro da Confederação dos Trabalhadores, aos poucos as parcerias vem gerando resultados”, completou Otto. Para o dia dois de maio já esta agendado, em Natal, um encontro entre as Confederações e as Federações que compõem o CNTU. 

O Diretor de Finanças da Fenam, Mário Ferrari e o vice-presidente dos Sindicatos dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) também estiveram presentes na reunião.

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A 19° edição do Boletim COMSU destaca as ações e estratégias para 2013. Na primeira reunião executiva deste ano, realizada em 18 de janeiro, a Comissão discutiu os desafios do movimento médico, além de debater as recentes Notas Técnicas da Secretaria de Direito Econômico, que tentam dar andamento aos processos antigos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) contra os médicos brasileiros.

A Comissão Nacional de Saúde Suplementar (COMSU) é composta por representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Federação Nacional dos Médicos (FENAM).

A próxima reunião ampliada da Comissão está agendada para o dia 1° de março na sede da Associação Paulista de Medicina (APM), em São Paulo. No encontro, serão discutidas novas estratégias e o cronograma de atividades do movimento para o ano de 2013.

Confira a integra do documento:

Fonte : CFM, AMB e FENAM

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Lei Complementar 1.193 , que institui a Carreira Médica no Estado de São Paulo, sancionada pelo governador, Geraldo Alckmin, na última quarta-feira, 2 de janeiro, ainda está distante das expectativas dos médicos.

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Após avaliação do texto final aprovado, o Sindicato chegou à conclusão de que a oferta do governo não é vantajosa para os médicos que já trabalham no serviço público. De acordo com Cid Carvalhaes, presidente do Simesp, os critérios de enquadramento não são claros e os interstícios para promoções são longos. “Se um médico hoje com mais de 20 anos de exercício for enquadrado na primeira classe, não terá tempo hábil para chegar à terceira, a menos que possa trabalhar por mais 20 anos antes de completar 70 anos de idade”, relata.

Outro aspecto é a criação da categoria de 40 horas semanais de trabalho com dedicação exclusiva. Apesar de a ideia ser positiva, o número reduzido de vagas para esta classe deixa o sistema defasado. “O projeto limita pouco mais de 1.200 vagas para essa jornada. É um número pequeno para atender à crescente demanda assistencial da população”, explica Carvalhaes.

Para o Simesp, a medida apresentada pelo governo tem avanços, mas ainda insuficientes, especialmente no que remete à remuneração. “Esses valores não vão fixar nem atrair profissionais, que, de fato, terão cerca de 20% a 25% de aumento na remuneração atual. É um projeto bem dissociado do que o Sindicato havia proposto à administração estadual”, avalia o presidente do Sindicato.

Fonte : SIMESP

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Iniciou-se nesta quinta-feira (29), na sede do Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR), o IV Encontro de Assessores de Comunicação das Entidades Médicas. “O erro médico visto pela imprensa e pela sociedade – equívocos de interpretação e mecanismos de defesa” abriu o dia de debates.

O jornalista Marco Antônio Batista, afirmou que a imprensa sempre trata de forma desvantajosa um suposto erro médico e explicou como ela costuma se proceder.

“O repórter conta uma história que acha no local, interpreta procedimentos pelo viés da ignorância, jogando emoção e em pouco tempo temos um estrago expandido pela TV e redes sociais. Não há como justificar o que a reportagem considera injustificável”.

Batista ainda aconselhou ao médico ser honesto com o paciente antes e durante o procedimento, como também com a família depois, e ter paciência para lidar com o jornalista.

O advogado Erial Lopes Haro, ressaltou a importância do médico procurar as assessorias dos sindicatos diante de situações como essas.

“Nós procuramos defender o médico. Antes do profissional se pronunciar, ele deve procurar rapidamente as assessorias jurídica e de comunicação, que inclusive devem funcionar de forma integrada dentro da entidade. Antes de responder à mídia, é de alta relevância saber o que fazer e como fazer”.

Ele ainda explicou que após conversar com o médico , o setor jurídico avalia se cabe uma ação judicial para o caso e auxilia a assessoria para orientar o profissional, se baseando em argumentos da lei para responder à imprensa.

Fechando o tema, o conselheiro Henrique Gonçalves, destacou a importância das três profissões (médicos, jornalistas e advogados) e de se evitar uma guerra entre ambas, reconhecendo que que há a existência de maus profissionais em todas as áreas.

“O erro médico é quando o profissional age com imperícia, negligência e imprudência e a ética é substituída por outros interesses indevidos. O médico lida com o sigilo do paciente e evidente que o jornalista tem interesse nisso.”

O evento tem como objetivos estimular o intercâmbio de experiências entre os profissionais do movimento médico, promover práticas de planejamento em comunicação, discutir a relação entre as entidades e a mídia, avaliar o uso das tecnologias em comunicação, especialmente das novas mídias.

O presidente da FENAM, presente na mesa de abertura, ressaltou a importância do evento na relação da categoria com a imprensa, de modo a se tornar fonte.

“Nós temos uma grande produção de conteúdo, mas nacionalmente temos dificuldade de ser ouvidos. Os grandes veículos dão a sua versão e se esquecem das entidades médicas. A mídia precisa entender que estamos inseridos na saúde, de forma a nos tornarmos referência”.

Confira o restante da programação: http://portal.fenam2.org.br/portal/showData/401867

Fonte : Fernanda Lisboa

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O Boletim em áudio da CAP deste mês de outubro trata das emendas que foram propostas, pelas entidades médicas (FENAM, CFM e AMB), ao Projeto de Lei 4369/2012, o qual reajusta a remuneração dos servidores públicos federais. O objetivo é resgatar a diferença sofrida na gratificação de desempenho de atividade médica (GDM) em relação às das demais carreiras.

O assessor parlamentar da CAP, Napoleão Puente Salles, em entrevista à Rádio FENAM, explica que o PL 4369 é consequência da MP 568/12.

“O Governo quando regulamentou a MP 568, retirou os médicos do ‘carreirão’ da Previdência, Saúde e Trabalho (PST). Para as outras profissões que permaneceram na área, houve um aumento da gratificação com média de 59% e os médicos ficaram fora desse reajuste”.

As entidades médicas, através da Comissão de Assuntos Políticos (CAP), estão reivindicando junto à Câmara e aos Ministérios do Planejamento e Saúde que o aumento também seja dado à categoria médica. O deputado Mauro Nazif (PSB-RO), depois de articulação com a CAP, apresentou duas emendas para recolocar a GDM e mudar as tabelas no PL 4369. A proposição está sob relatoria do deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP) e aguarda parecer na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP).

“Vai ser um trabalho político árduo. É preciso pressão nos estados perante os deputados e o próprio executivo. O governo pode alegar não ter previsão orçamentária, mas a MP já previa esse gasto para os médicos. A CAP considera esse projeto de alta prioridade e vai ter um grande trabalho daqui para frente”, concluiu Salles.

Ouça a íntegra aqui!

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