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Arquivo da categoria ‘Um pouco de tudo’

A Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e os presidentes dos sindicatos se reuniram na manhã de hoje (18), em Brasília, para discutirem alguns pontos de relevância da categoria médica.

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Diante das pautas, um dos assuntos mais discutidos foi a participação da Fenam, defendendo a saúde pública, nas manifestações de todo o Brasil. “Este é um momento importante para a saúde mostrar que também tem voz e vez, a saúde do Brasil necessita de representatividade”, comentou o presidente da Federação, Geraldo Ferreira.

Para o Secretário de Direitos Humanos, José Murisset, a participação da saúde com representantes do povo é um passo novo, “estamos evoluindo e vamos ter que segmentar o que será reivindicado, é preciso ter prudência e cautela.”

“Vamos exigir, com nossas bandeiras, uma saúde de qualidade para toda nossa população”, finalizou Geraldo.

Durante a reunião um ofício foi escrito convidando todos os sindicatos do Brasil para participarem do manifesto próximo dia 20. Confira abaixo o documento!

 

Fonte: Viviana Lira

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Por: Taciana Giesel

ImageO presidente da Federação Nacional dos Médicos, Geraldo Ferreira, criticou as declarações dadas pelo Ministro da Saúde na manhã desta quarta-feira (12). Padilha reforçou a idéia de trazer médicos estrangeiros sem revalidação de diplomas para atenderem exclusivamente a população mais pobre em regiões mais desassistidas.

As declarações foram apresentadas durante audiência pública na CCJ da Câmara dos Deputados. Segundo o presidente da FENAM a iniciativa põe em risco a saúde da população brasileira.

“Esses médicos não entenderão as demandas dos pacientes, não falarão nossa língua e o pior, não saberemos a procedência nem o nível de qualificação destes profissionais, ” destacou Ferreira.

Parlamentares presentes na audiência também questionaram a proposta, considerada polêmica pelo próprio ministro.

“Com todo respeito, ministro, mas na medicina quando propomos diagnósticos sem certezas, corremos o risco de levar a morte dos pacientes,” provocou o deputado Henrique Fontana.

“O bom médico estrangeiro também não vai ficar satisfeito em vir trabalhar aqui, com consultas pagas pelo SUS a R$ 10. Temos que investir em uma carreira de estado, com salários decentes,” destacou o deputado Ronaldo Caiado (DEM/MS).

Há médicos suficientes no país

De acordo com estudos, há médicos brasileiros suficientes para atender a população, mas de acordo com entidades médicas nacionais (FENAM, CFM e AMB) o governo precisa oferecer condições de trabalho e salários atrativos.

“Cerca de 17 mil médicos são lançados anualmente no mercado brasileiro. Muitos estão desempregados, vivendo de bicos ou com contratos precários. Um concurso público nacional, com atrativos e salários decentes resolveria o problema a curto prazo,” destaca Ferreira.

A FENAM defende uma carreira de estado, com progressão na carreira. De forma emergencial, sugere que o Governo realize concurso público para absorver os médicos brasileiros.

Veja a reportagem:

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Federação Nacional dos Médicos (FENAM) abre inscrições para o VIII Seminário Médico/Mídia e I Latino-Americano, que acontecerá nos dias 27 e 28 de junho, em São Paulo. O evento, que conta com o apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM), é uma referência para profissionais de comunicação e saúde por estimular o debate entre as duas áreas. Além da participação de pessoas de renome do movimento médico e da grande imprensa, esta edição será inovadora, pois terá a presença da Confederação Médica Latinoamericana e do Caribe (Confemel).

Em sua oitava edição, o Seminário Nacional Médico/Mídia tem como objetivo colaborar com os profissionais de saúde no seu relacionamento com a mídia.

Em sua oitava edição, o Seminário Nacional Médico/Mídia tem como objetivo colaborar com os profissionais de saúde no seu relacionamento com a mídia.

O seminário terá início às 8h do dia 27/06, com as boas vindas dos presidentes das entidades médicas (FENAM, CFM e Confemel), respectivamente, Geraldo Ferreira, Roberto DÁvila e Alexis Castillo. As inscrições são gratuitas e já podem ser feitas através do formulário de inscrição , ou pelo telefone (61) 3042-3706, das 10h às 18 horas, de segunda a sexta-feira, na Coordenadoria de Comunicação. As vagas são limitadas.

Em sua oitava edição, o Seminário Nacional Médico/Mídia tem como objetivo colaborar com os profissionais de saúde no seu relacionamento com a mídia e também simplificar o trabalho da imprensa, ajudando os jornalistas a entenderem melhor o setor. O programa do evento prevê a interação permanente entre os participantes, com trocas de ideias livremente expostas.

Programação

Local: Cremesp, auditório da Vila Mariana

27/06/2013 – Quinta-feira 

08h
Abertura: Presidentes das entidades médicas nacionais e da CONFEMEL
09h
Conferência de abertura: “O papel da imprensa na divulgação de assuntos médicos e de interesse de saúde pública – Importância da interação entre as duas áreas”.
09:45
Intervalo
10h
Mesa redonda: “O Médico visto pela imprensa e sociedade”
12h
Almoço
13:30
Mesa Redonda: “Cases das Entidades Médicas”.
16h
Intervalo
16:15
Media Training
18h
Encerramento

28/06/2013 – Sexta-feira

8:30
Palestra “O lado do médico e o paciente informado” – responsável Dr. André Diamante (RJ)
9:30
Mesa Redonda: “Publicidade Médica”
11:30
Intervalo
11:45
Comunicação no Século XXI
14h
Encerramento: Presidentes das entidades

Fonte : Imprensa FENAM

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A criação de um Programa de Interiorização do Médico Brasileiro é a principal proposta do Conselho Federal de Medicina (CFM) para levar médicos brasileiros a trabalharem no interior do país. A solução é vista pela entidade como opção segura para garantir a imediata interiorização da Medicina, pois valoriza o profissional nacional, estimula a melhora da infraestrutura de trabalho e cria condições efetivas para atração e fixação dos médicos em áreas remotas. A medida teria caráter emergencial e transitório, com validade máxima de 36 meses.

Entidade também detalha critérios para importação de médicos estrangeiros e defende criação de carreira federal para profissionais de saúde, no prazo máximo de 36 meses.

Entidade também detalha critérios para importação de médicos estrangeiros e defende criação de carreira federal para profissionais de saúde, no prazo máximo de 36 meses.

O documento, aprovado pelo Plenário do CFM, foi entregue nesta sexta-feira (24) ao Palácio do Planalto e aos ministérios da Saúde, Educação e das Relações Exteriores. A proposta, que ainda contempla outras duas medidas, também foi encaminhada ao Senado Federal, Câmara dos Deputados, Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e à Procuradoria-Geral da República (PGR).

No entendimento dos conselheiros, o Programa de Interiorização do Médico Brasileiro corrige distorções de ações anteriores do Governo. A proposta do CFM quer alocar profissionais em cidades de até 50 mil habitantes, nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Após a apresentação das propostas, o Conselho de Medicina se colocou novamente à disposição para dialogar com o Governo.

“Os médicos brasileiros querem colaborar com esse processo de forma ativa e estão abertos ao diálogo. Esperamos que nossas propostas possam ser recebidas como um sinal de nosso empenho em atender às necessidades da população, cercando-a de profissionais competentes, comprometidos, bem preparados e estimulados a cumprir sua missão de levar o bem estar e salvar vidas”, explica o documento.

Fatores de fixação – Para viabilizar a adesão do maior número de profissionais possíveis, o CFM recomenda que o Governo proporcione condições adequadas de atendimento, por meio da instalação de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e de laboratórios de análises clínicas. A monitoria (presencial e à distância) vinculada a programas de extensão de escolas públicas de Medicina, o acesso a insumos e equipamentos de diagnóstico e terapia, o apoio de equipe multiprofissional e a rede de referência e contrareferência (leitos, exames e outros procedimentos) também são itens fundamentais para conseguir fixar os médicos brasileiros nas regiões mais carentes.

Dados do próprio Ministério da Saúde sobre a distribuição dos municípios que receberam médicos que aderiram ao atual programa do Governo evidencia distorções que podem ser corrigidas com a adoção da nova proposta do CFM. A maioria dos profissionais foi levada a cidades acima de 100 mil habitantes, localizados na faixa litorânea e nas cidades com melhores indicadores socioeconômicos (mapa ao acima).

Importação de médicos – Outra proposta que consta do documento, se refere a importação de médicos estrangeiros. O CFM mantem sua a defesa de que os candidatos devam ser aprovados no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) no seu formato atual. “Ao defender a exigência do Revalida para os candidatos formados em escolas de Medicina do exterior, o CFM apenas quer que sejam seguidas as normas estabelecidas pelo próprio Estado Brasileiro e atualmente em vigor para a vinda dos médicos estrangeiros”, argumenta a entidade.

Além disso, a entidade propõe outros critérios, como o domínio da língua portuguesa, sendo este requisito “absolutamente necessário” para a adequada relação médico-paciente, evitando-se riscos de erros de diagnósticos e de tratamento. A apresentação de atestado de bons antecedentes éticos e criminais fornecidos pelas entidades médicas e das autoridades judiciais dos países onde se graduaram também aparece na proposta como exigência mínima para a atuação do médico estrangeiro no país.

“Quando as entidades médicas cobram o cumprimento dessa exigência legal não o fazem para criar dificuldades, mas como forma de se estabelecer um padrão de qualidade e segurança para a assistência à população brasileira”, conclui.

Carreira de estado – Como terceiro item, o CFM defende, a médio prazo, que seja construída e implementada uma carreira federal para o médico, enfermeiro, dentista, farmacêutico e bioquímico que atendem dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), aos moldes do que já existente para os cargos de juiz e promotor no âmbito do Poder Judiciário. Ela entraria em vigor após o encerramento das duas ações anteriores, que atenderiam em caráter transitório e emergencial.

Na carreira proposta, o acesso se daria por concurso público, realizado pelo Ministério da Saúde. Dentre as características desta carreira, consta jornada de trabalho de 40 horas semanais no atendimento exclusivo ao SUS, com Plano de Cargos, Carreira e Salários, o que permitiria que esses profissionais ascendessem com remuneração compatível com o estabelecido pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam).

O CFM entende que a simples alocação do médico em um determinado município não tornará a população assistida. Para que este benefício seja oferecido com efetividade e eficácia, justifica, é necessário interiorizar o sistema de saúde, no qual o médico é um integrante importante, mas não suficiente para os resultados ocorram. “De forma complementar, a melhora da infraestrutura local deve estar atrelada a um sistema de regulação estadual eficaz, com rede de transporte instalada para a transferência dos pacientes necessitados para centros de maior complexidade”, sugere a entidade.

Clique aqui para conferir a proposta na íntegra.

Fonte : CFM

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ottoO crescimento urbano desordenado que se observa há mais de quatro décadas no Brasil criou mais problemas que soluções para a nossa população. A êxodo rural amontoou as grandes cidades e deixou o campo e os pequenos municípios a mercê desse ou daquele governante, num raro momento de inspiração levar alguma estrutura ao interior.

Isso em todos os setores, principalmente na saúde. Os hospitais e

clínicas mais bem equipados estão nos grandes centros. Esse abandono é uma missão quase que impossível de ser revertido.

O caso da importação dos médicos cubanos e de outros países
expõe essa ferida. Tudo o que se fez pela saúde, respeitou a regra
da concentração. Agora a ficha caiu. Os gestores sempre deram
prioridade a outros setores e abandonaram a saúde, lógica que,
agora, de afogadilho, em mais uma iniciativa unilateral o governo
tenta resolver.

Ora, já não vivemos numa época em que a comunicação é tão
fácil? A interação entre as instituições é tão imediata que
não há mais espaço para surpresas. O próprio governo adotou há
dez anos a organização de discussão em escala para buscar
soluções mais democráticas para suas políticas: conferências
municipais, conferências estaduais, convergindo para uma conferência nacional, antes de virar uma proposta, projeto de lei, etc. Num governo tão democrático (pelo menos no discurso) porque anunciar a importação de médicos sem discutir isso com ninguém? Isso é estranho, para não dizer, suspeito.

No interior, existem ofertas de salários mais altos na tentativa de
atrair os médicos brasileiros e eles resistem. O problema não é
remuneração, é falta de estrutura. Só o atendimento ambulatorial,
não resolve. Onde esses pacientes vão fazer os exames? Onde serão
submetidos às cirurgias? Qual o nível de resolutividade que se
oferece?

O governo precisa de um grande plano de estruturação da saúde no interior com bons hospitais, centros de especialidades.

Por último, querem trazer médicos de fora sem respeitar as regras. Sem validação do diploma, com baixos salários e sem respeitar os dezesseis mil novos médicos que chegam ao mercado todo ano. Não é democrático, não é razoável. Só falta o Joaquim Barbosa dizer, também, que é inconstitucional.

Fonte : Otto Baptista – Vice-Presidente Federação Nacional dos Médicos (Fenam).

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Para facilitar as negociações entre os planos de saúde e os prestadores de serviço, como hospitais, laboratórios e médicos, a Agência Nacional de Saúde (ANS) lançou hoje (21) o Guia Prático da Contratualização. A publicação traz orientações para regular os contratos e evitar problemas no atendimento ao usuário.

Para garantir que os planos de saúde cumpram as regras, a ANS também propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Para garantir que os planos de saúde cumpram as regras, a ANS também propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

O guia é resultado de uma auditoria da agência em 60% dos planos de saúde do país, das 100 maiores empresas do setor, entre 2009 e 2011. Durante o trabalho, foram constatadas irregularidades que podem chegar a R$ 300 milhões em multas. Para garantir que os planos de saúde cumpram as regras, a ANS também propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

“A agência obriga que os planos de saúde tenha contratos com esses agentes e esses contratos têm regras claras, baseadas em resoluções. No entanto, notamos um grande desconhecimento dos prestadores de serviço com relação a resoluções da ANS e com relação aos itens que devem constar no contrato”, explicou o diretor de Desenvolvimento Setorial da agência reguladora, Bruno Sobral de Carvalho.

A cartilha tem caráter educativo e foi feita baseada nos problemas identificados na auditoria, como os reajustes de preços pelos serviços prestados. “Quando isso acontece, há sempre um conflito entre a operadora e o hospital ou o médico”, disse Carvalho. Para tentar facilitar a negociação, o diretor explica que consta do guia informações sobre recente instrução normativa..

“O que essa instrução diz é que são necessárias regras claras para esse reajuste. Tem que ser baseado na livre negociação – sempre – mas que também deve conter cláusulas de reserva – caso essa negociação não frutifique – como índices ou percentual pré-fixados”, explicou Carvalho, acrescentando que essa opção é melhor para o consumidor do que a indexação do aumento.

Outro item que precisa ser de fácil entendimento no contrato é a prioridade no atendimento de urgência e de emergência, a gestantes, a idosos e lactantes. Orientações para o faturamento, como organizar os atos e procedimento que precisa de autorização do plano, como internações, também constam da cartilha, disponível na internet.

Fonte : Agência Brasil

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O presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, afirmou que hoje o Brasil coloca no mercado aproximadamente 17 mil médicos ao ano, sendo que já existem 370 mil médicos atuando. Segundo ele, a presença de 6 mil médicos do exterior não vai resolver o problema da carência desses profissionais.

Comissões da Câmara discutem a contratação e a entrada de médicos estrangeiros no Brasil.

Comissões da Câmara discutem a contratação e a entrada de médicos estrangeiros no Brasil.

Ele destacou que a reprovação dos médicos formados do exterior no Revalida chegou a 95% em alguns anos. Segundo ele, isso mostra que o processo de avaliação dos médicos formados no exterior deve ser rigoroso, sob pena de colocar em risco a saúde e a vida da população.

Ferreira disse entender a preocupação dos prefeitos com a falta de atendimento à população, mas, segundo ele, importar médicos a um custo mais baixo não é a melhor solução para o problema.

Na avaliação dele, a Justiça reconhece que não e possível abrir o mercado brasileiro sem que as regras legais sejam respeitadas e o governo estaria tentando abrir uma exceção.

Audiência debate a contratação de médicos estrangeiros

As comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Seguridade Social e Família discutem nesta quarta-feira (15) a contratação e a entrada de médicos estrangeiros no Brasil. A reunião realizada no Plenário 12, foi proposta pelos deputados Damião Feliciano (PDT-PB) e Dr. Rosinha (PT-PR).

De acordo com Damião Feliciano, o Governo Federal quer facilitar a entrada de médicos estrangeiros no Brasil, com propósito de suprir a falta de profissionais, no interior do País, nas periferias e nos programas de assistência básica. “A categoria médica, entretanto, argumenta que existem médicos brasileiros suficientes e bem qualificados, que estão dispostos à ir para áreas de difícil acesso, desde que lhes sejam oferecidas boas condições de trabalho e qualidade de vida”, afirmou.

Os médicos brasileiros, acrescenta Dr. Rosinha, também contestam a entrada de médicos estrangeiros no País sem que os profissionais façam o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos, o Revalida.

Foram convidados:

- o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Geraldo Ferreira Filho;
- o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz D’avila;
- o presidente da Associação Médica Brasileira, Florentino Cardoso;
- representante do Ministério da Saúde;
- representante do Ministério das Relações Exteriores e
- a presidente do Conselho Nacional de Saúde, Maria do Socorro de Souza.

Fonte : Agência Câmara de Notícias

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O FIEM foi constituído, há seis anos atrás pela Confederação Médica Latinoamericana e do Caribe.

O FIEM foi constituído, há seis anos atrás pela Confederação Médica Latinoamericana e do Caribe.

A diretoria da FENAM participará do VI Fórum Ibero-Americano de Entidades Médicas – FIEM, em Portugal, que acontece nos dias 8, 9 e 10. Responsável pela sua organização, a convida todos os distintos membros do FIEM, a Ordem dos Médicos de Portugal, destaca a importância do Fórum para discussão de problemas comuns e de afirmação da medicina latino-americana em todo o mundo médico. O FIEM foi constituído, há seis anos atrás pela Confederação Médica Latinoamericana e do Caribe, pelo Conselho de Colégios Médicos de Espanha e pela Ordem dos Médicos de Portugal.

Representarão a Federação no encontro: o presidente, Geraldo Ferreira; o vice, Otto Baptista, o secretário de assuntos jurídicos, Vânio Lisboa; o de direitos humanos, discriminação e gênero, José Roberto Cardoso Murisset e o de relações trabalhistas, Eduardo Santana.

Confira à programação:

Dia 8 de Maio

08:30 – 09:30 Sessão de Abertura
09:30 – 11:00 Ética da Racionalização e Racionamento de Meios Terapêuticos em Saúde
Moderador: Dr. Juan José Rodriguez Sendín
Dr. Jerónimo A. Fernández Torrente (Vicesecretario del CGCOM-España)
Dr. Jorge Coronel (COMRA-Argentina)
Dr. Roberto Luiz d’ Avila (Presidente do Conselho Federal de Medicina -Brasil)
Prof. Dr. José Manuel Silva (Bastonário da Ordem dos Médicos)
11:00 – 11:30 Coffee-Break
11:30 – 13:30 Rascunho de Guia de Ética Médica para Iberoamérica
Moderador: Dr. Roberto Luiz d’ Avila
Dr. Juan José Rodríguez Sendín (Presidente CGCOM-España)
Dr. José Fernando Maia Vinagre (Corregedor do Conselho Federal de Medicina-Brasil)
13:30 – 14:30 Almoço
14:30 – 16:30 Problemas de Saúde Mental nos profissionais médicos
Moderador: Dr. Martín Rebella
Dr. Serafín Romero Agüit (Secretario CGCOM-España)
Dr. Ignacio Berríos (COMRA – Argentina)
Dr. Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti (3º Vice-Presidente do Conselho Federal de Medicina-Brasil)
Dr. Carlos Ramalheira e Dra. Maria dos Prazeres Francisco (SRC da Ordem dos Médicos)
20:00 Jantar

Dia 9 de Maio

09:00 – 10:30 Formação Profissional Contínua
Moderador: Dr. Florentino Cardoso
Dr. Ruben Tucci (Presidente Colegio de Médicos Distr. IV Buenos Aires;CONFEMECO – Argentina)
Dres. Carlos Jañez (Presidente COMRA – Argentina) y Luis Mazzuoccolo (Colegio de Médicos Distr. IV Buenos Aires; CONFEMECO – Argentina)
Dr. Alexis Castillo (Colegio de Médicos y Cirujanos – Costa Rica)
Dr. Desiré Carlos Callegari (1º Secretário do Conselho Federal de Medicina-Brasil)
Dr. Miguel Guimarães (presidente da SRN da Ordem dos Médicos)
10:30 – 11:00 Coffee-Break
11:00 – 13:30 Licença para praticar medicina e Recertificação
Moderador: Dr. Fernando Gomes
Dres: Douglas Léon Natera y Ruben Gallo (Venezuela)
Dr. Eduardo Santana (FENAM-Brasil)
Dr. Aldemir Humberto Soares (Conselheiro do Conselho Federal de
Medicina-Brasil)
Dr. Florentino Cardozo (Presidente da AMB)
13:30 – 14:30 Almoço
14:30 – 16:30 Programa de identificação contra o tráfico de crianças e adolescentes
Moderador: Dr. Alexis Castillo
Dr. José Antonio Lorente Acosta, Prof. del Departamento de Medicina Legal y Forense de la Universidad de Granada, y Director de DNA prokids.
(España)
Dra. Helena Maria Carneiro Leão (Presidente do CRM do Estado de
Pernambuco)
Prof. Caldas Afonso (SRN da Ordem dos Médicos)

Dia 10 de Maio

09:00 – 10:30 Comunicação entre os membros do FIEM e Marcação da próxima reunião
Moderador: Prof. José Manuel Silva
Delegación de España
Dr. Martín Rebella (Presidente Sindicato Médico – Uruguay)
Dr. Roberto Luiz d’ Avila (Presidente do Conselho Federal de Medicina -Brasil)
Dr. António Salomão (1º Secretário da AMB)
10:30 – 11:00 Coffee-Break
11:00 – 12:00 Conclusões e Encerramento do VI FIEM
12:00 Partida para o Almoço nas Furnas e passeio à caldeira das Sete-Cidades

Fonte : CONFEMEL

 

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Analisando-se friamente a resolução da ANS sobre a criação de ouvidorias nas Operadoras de Planos de Saúde, é muito difícil discordar da ideia. O beneficiário, insatisfeito, tem a quem recorrer sobre o motivo de sua frustração, e o ouvidor e sua equipe devem, em tese, resolver o problema desse beneficiário. Como bônus, essa equipe teria o poder de, frente a um problema, rever os processos internos e reorganizá-los a ponto de evitar novas ocorrências da “não conformidade”. O beneficiário, além de ter o problema resolvido, ainda ajudou a evitar novos problemas da espécie.

Renato Okano: "Se ouvidorias fossem a grande solução, as operadoras de telefonia não seriam campeãs de reclamações."

Renato Okano: “Se ouvidorias fossem a grande solução, as operadoras de telefonia não seriam campeãs de reclamações.”

Na prática, é mais fácil acreditar que a medida é inócua. Fossem efetivas as regras impostas, os prazos de atendimento não seriam mais problemas e não haveria mais negativa de atendimento.

Se ouvidorias fossem a grande solução, as operadoras de telefonia não seriam campeãs de reclamações. O problema ainda está por ser enfrentado.
Se a ANS recebe e colige reclamações de diversas fontes de operadoras, tem um script para fazer suas diligências. Se repassa essa atividade, de forma tão escancarada, para as OPS, passa a ter como base os burocráticos relatórios produzidos pelo ouvidor e sua equipe, e sabemos, pela repercussão das reportagens da Folha de São Paulo, que anda faltando mão-de-obra à agência.

Quando se institui a medidas dos prazos máximos, a pergunta era: e quais são os prazos médios? Nunca se soube. E, agora, seria interessante o beneficiário saber: quais são as reclamações? Divulgar o resultado final das reclamações sem divulgar a OPS é uma injustiça para com o contratante de planos de saúde, seja pessoa física, seja jurídica. Não há balizador mais claro que esse, mesmo em se considerando o IDSS, um mistério para a maioria da população.

Embora conceitualmente a favor da medida, não acredito que vá mudar muita coisa na vida dos beneficiários, infelizmente. Já inspeções temáticas por amostragem, com compromissos de ajuste de conduta teriam maior eficácia, se direcionados para as empresas com maiores índices de reclamações.
Enquanto isso, fúria legislativa nas OPS.

Fonte : Renato Okano

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Duas palestras foram apresentadas no primeiro dia da reunião do Conselho Deliberativo da Federação Nacional dos Médicos (Fenam). Realizada na cidade de Natal, nesta quinta-feira (2), os temas expostos foram cooperativa de crédito, abordada por José Flávio Linhares – Consultor de Gestão Financeira; e sindicalismo de profissões, apresentado por Divanilton Pereira – Diretor Executivo da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). 

José Flávio Linhares: "As pessoas precisam entender que ter uma cooperativa é algo tipicamente legal, funcional e organizado..."

José Flávio Linhares: “As pessoas precisam entender que ter uma cooperativa é algo tipicamente legal, funcional e organizado…”

Linhares deixou claro em sua apresentação que o Brasil atualmente passa por uma situação econômica social em que não se pode mais pensar apenas em um sistema financeiro que agregue recursos para um número pequeno de proprietários de algumas instituições financeiras, “a cooperativa de crédito agrega valor na vida das pessoas, melhorando as dificuldades financeiras” e afirma que existe um público brasileiro ligado à área de saúde que necessita de uma cooperativa de crédito, “e é por este motivo que eu vim aqui hoje, para mostrar a todos os presidentes de sindicatos que uma cooperativa própria é a melhor solução para o crescimento dos mesmos”. 

Um dos maiores benefícios em ter uma cooperativa de crédito, segundo Linhares, é fazer com que o cidadão comum possa participar de uma instituição financeira que tem todos os benefícios bancários e que ainda agrega valor na vida pessoal, profissional e social. “As pessoas precisam entender que ter uma cooperativa é algo tipicamente legal, funcional e organizado, porém desde o início tem que se ter muita responsabilidade”, concluiu. 

O segundo palestrante do dia foi Divanilton Pereira – Diretor Executivo da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Ele abordou o tema sindicalismo de profissões e centrais sindicais. “A Fenam sempre teve um papel em discutir os rumos políticos do Brasil, a CTB se sente honrada com o convite de externar as suas opiniões dialogando com todos os presentes na reunião de hoje”. 

Fonte : Viviana Lira

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