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Posts Tagged ‘jornalismo’

Restam poucas vagas para quem quer participar do VII Seminário Nacional Médico/Mídia, que a Federação Nacional dos Médicos e o Conselho Federal de Medicina realizam nos dias 19 e 20 deste mês, na sede do Sindicato dos Médicos de São Paulo. As inscrições são gratuitas e ainda podem ser feitas através do formulário de inscrição , ou pelo telefone (21) 9144-3323, das 10h às 18 horas, de segunda a sexta-feira, na Coordenadoria de Comunicação, com a jornalista Denise Teixeira.

A sétima edição evento já se transformou em referência para profissionais e estudantes das duas áreas e que visa estimular o debate sobre comunicação e saúde. Este ano, o evento apresenta uma novidade: pela primeira vez, desde que teve início, o seminário não será realizado no Rio de Janeiro, mas, sim, em São Paulo, na sede do Sindicato dos Médicos (Simesp). Outra inovação é a parceria com o Conselho Federal de Medicina para a realização do Médico/Mídia 2012, mostrando que as entidades nacionais estão unidas não só na luta do movimento médico, mas também na área de comunicação, fundamental para dar maior visibilidade e credibilidade à pauta nacional da categoria.

O evento terá início às 9h do dia 19/04, com as boas vindas do presidente da FENAM, Cid Carvalhaes, e do presidente do CFM, Roberto DÁvila, e contará com a participação de profissionais da área médica e da grande imprensa, bem como especialistas na área de tecnologia da informação e publicidade.

O Seminário Nacional Médico/Mídia tem como objetivo colaborar com os profissionais de saúde no seu relacionamento com a mídia e também simplificar o trabalho da imprensa, ajudando os jornalistas a entenderem melhor o setor.

Direcionado a profissionais e estudantes das áreas de jornalismo, medicina e tecnologia da informação, publicidade, gestores do setor de saúde e público em geral, o programa do evento prevê a interação permanente entre os participantes, com trocas de ideias livremente expostas.

Confira a programação do evento:

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Fonte: SIMEPE

Dois dias de muito conhecimento. Assim pode ser definido o III Simpósio Pernambucano de Integração Médico-Mídia. Na edição de 2011, o evento contou com a participação de grandes nomes da comunicação e da medicina reunidos no auditório da Celpe, nos últimos dias 06 e 07 de dezembro. Os debates foram permeados por temáticas que variaram desde o poder da mídia, passando pela liberdade de expressão, comunicação institucional, uso de mídias digitais, até a pauta da saúde nos veículos de imprensa.

No primeiro dia do evento, após a abertura dos trabalhos pelo presidente do Simepe, Silvio Rodrigues, quatro palestras trouxeram muita informação para o público presente. De início, Maria Luiza Borges, editora executiva do JC, e Sérgio Miguel Buarque, editor executivo do DP, trataram “O poder da mídia e a liberdade de expressão”, fazendo uma alusão histórica sobre o jornalismo e também o “modo de fazer” atual.

Em seguida, as jornalistas Ana Aragão – Signo Comunicação – e Liseane Morosini – consultora em comunicação para o terceiro setor, doutoranda em Comunicação, Informação e Saúde pela Fiocruz/RJ – explicaram o funcionamento do “jornalismo em Assessoria de imprensa e o uso das novas mídias”. O debate teve mediação do diretor Simepe, Assuero Gomes.

Depois de um pequeno intervalo para o almoço, o público – que participou ativamente das discussões – pode acompanhar os ensinamentos de Marcos Baptista, (gerente da Petros) e Rinaldo Ferraz, jornalista e gerente de projeto da A-SIM Marketing e Comunicação, sobre a “importância do trabalho da comunicação institucional e da agência de comunicação”. A mesa foi presidida pela Edna Madalozzo, assessora de imprensa do Sindicado dos Médicos de Campinas-SP.

Encerrando o primeiro dia, a médica e diretora do Simepe, Cláudia Beatriz, mediou a mesa sobre “produção, reportagem e edição de notícias para televisão”, com as jornalistas Clarissa Goés, apresentadora da TV Globo, e Mônica Carvalho, chefe de reportagem da TV Jornal. A palestra trouxe pontos importantes sobre o veículo televisão, bem como os aspectos relevantes sobre a produção de pautas.

Já no segundo dia, a temática da vez foram os portais de notícias e as mídias digitais. Para debater sobre o assunto, os jornalistas Eduardo Cavalcanti, editor geral do portal LeiaJá, e Carol Monteiro, editora executiva do Pernambuco.com, assumiram o microfone e trataram questões como o aumento de usuários no twitter, facebook e as mudanças acarretadas pelo adventos dessas novas ferramentas. Durante o debate, mediado por Gilvan Oliveira, do Jornal do Commercio de Pernambuco, ainda houve muita polêmica e discussão sobre o julgamento da utilização desses novos mecanismos. Eles ainda esclareceram as principais diferenças na atuação dos profissionais que trabalham para web.

A sexta palestra do Médico Mídia 2011 foi ministrada pela jornalista e professora da AESO, Carolina Cavalcanti. Ela provocou o radialista Edvaldo Morais, da Rádio Folha FM, como também o médico e conselheiro do Cremepe, Ricardo Paiva, sobre quais as formas em que o jornalismo e a medicina podem andar lado-a-lado. O tema gerou um bom debate, inclusive com causos interessantes envolvendo as duas áreas.

Já na tarde da quarta-feira, o rádio ganhou força dentro do Médico-Mídia 2011. Os jornalistas Mário Neto (CBN-Recife) e Marise Rodrigues (Rádio Folha FM) explicaram as diferentes formas que a saúde está inserida neste veículo, considerado o mais instantâneo de todos. Eles ainda lembraram, com a mediação do diretor do Simepe, Tadeu Calheiros, os principais programas e destaques da saúde no meio radiofônico, além ainda de explicarem de que formas o setor se insere nas pautas apresentadas.

Finalizando com chave de ouro o Simpósio, Bruno Fontes e Silvia Bessa trouxeram bons exemplos de apuração, reportagens especiais e do tratamento com a fonte noticiosa. Com o presidente do Simepe, Silvio Rodrigues, comandando a mesa, os jornalistas apresentaram vídeos e matérias demonstrando na prática o que é a profissão do repórter e o compromisso com a informação de qualidade, encerrando de forma brilhante o III Médico-Mídia de Pernambuco.

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Por: Taciana Giesel

O vice presidente da FENAM, Eduardo Santana, falou sobre a importância do IV seminário Médico Mídia para a categoria médica, sobre a migração do portal da entidade para a web 2.0, e a utilização das novas tecnologias para a difusão de informação.

Confira a entrevista na FENAM TV:

Dr. Eduardo Santana

Dr. Eduardo Santana

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Por: Taciana Giesel

Diretores da FENAM apontam a importância do evento que já atingiu o limite de inscrições

(escute esta matéria na rádio FENAM)


Tudo pronto para a realização do IV Seminário Médico Mídia. O evento, que acontece no Rio de Janeiro, de 16 e 17 de abril,no Windsor Plaza Copacabana, vai reunir renomados profissionais da área médica e da grande imprensa, bem como políticos e especialistas na área de tecnologia da informação.

Para o presidente da FENAM, Paulo de Argollo Mendes, o seminário é importante para fortalecer o entrosamento entre profissionais médicos e a mídia para que a sociedade possa obter informações de uma maneira mais clara e objetiva. “A preocupação dos médicos não é só com a Saúde de seus pacientes dentro das quatro paredes do seu consultório, é com a saúde pública e com a clareza que a população pode obter suas informações. Por isso é fundamental que possamos criar um excelente entrosamento com a mídia, com a política, para que o nosso trabalho também possa render entre o conjunto da comunidade,” apontou o presidente.

Argolo também diz que a relação do médico com a mídia ainda é de medo e que o Seminário vai ajudar a aproximação entre jornalistas e profissionais médicos. “O médico é treinado para um trabalho extremamente recluso, na intimidade do paciente, com muito cuidado a respeito do sigilo – exatamente o contrário do que espera o jornalista quando entrevista o médico. De maneira que normalmente o médico tem muito medo de lidar com a mídia, é importante que agente faça estas aproximações para que os jornalistas conheçam melhor a maneira de pensar e a atuação dos médicos e também, para que os médicos entendam melhor o trabalho dos jornalistas, principalmente para perder o medo”

A FENAM tem investido na relação entre os profissionais da área médica com a imprensa, e utiliza diversos meios de comunicação, como rádio web, TV web, atua em redes sociais como Orkut, Youtube e twitter, além de já contar com um portal 2.0, que permite a interação dos leitores com os comunicadores. O 2º vice presidente da FENAM, Eduardo Santana, falou sobre esta migração:

“Quando a FENAM e apostou em sair da sua situação de 1.0 e ir para a situação de 2.0 ela disse pontualmente: Doravante é impossível fazer com que os grandes objetivos que a categoria medica tem, de atender as necessidades de crescimento, de excesso de informação e do uso dos serviços de saúde, é impossível que nos possamos avançam conforme a sociedade precisa, se nos não dominarmos todos os instrumentos e toda a tecnologia de informação disponível. Nós estamos olhando o 2.0 como alguns já estão olhando o 2.5 e quem sabe 3.0.”

Talvez isso explique, o número recorde de inscritos – as inscrições atingiram o limite antes de um mês da realização do evento – o secretário de comunicação da FENAM, Waldir Cardoso, atribuiu o sucesso da edição às mídias utilizadas na divulgação do evento e à qualidade das palestras e palestrantes.

“Eu acho que este sucesso reflete a qualidade da quarta edição e também nós temos utilizado todas nossas mídias: a começar pelo portal, utilizados o Blog Fala Médico, o twitter, as comunidade Movimento Médico, no Orkut, Youtube, Videolog e Vimeo, o nosso informativo eletrônico encaminhada para mais de 30 mil médicos, de maneira que a qualidade das mesas e dos palestrantes, aliado a esta ampliação e a utilização de todas estas mídias está nos trazendo este resultado mais do que o esperado”

A IV edição do evento vai abordar o papel da mídia, e trazer palestras sobre como dar uma boa entrevista, as novas tecnologias de informação, entre outras. Cid Carvalhaes, médico, advogado e diretor da FENAM, é o palestrante sobre o tema de direito de resposta e retratação do Seminário e falou quando é preciso usar esta ferramenta diante de uma notícia não verdadeira.

“O indivíduo que injustamente é enfocado no noticioso evidentemente merece uma oportunidade de esclarecimento, principalmente quando se dá uma conotação muito mais grave do que o quadro realmente representa. Além disso, o papel da imprensa é de esclarecer e de informar e não de distorcer. Toda vez que alguém se sente distorcido por uma noticia que foi dada, é evidente que há reparação disso como direito de resposta, esclarecimento ou até mesmo o direito de ressarcimento indenizatório, se for o caso.”

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