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Posts com Tag ‘medicina’

Lei Complementar 1.193 , que institui a Carreira Médica no Estado de São Paulo, sancionada pelo governador, Geraldo Alckmin, na última quarta-feira, 2 de janeiro, ainda está distante das expectativas dos médicos.

geraldo

Após avaliação do texto final aprovado, o Sindicato chegou à conclusão de que a oferta do governo não é vantajosa para os médicos que já trabalham no serviço público. De acordo com Cid Carvalhaes, presidente do Simesp, os critérios de enquadramento não são claros e os interstícios para promoções são longos. “Se um médico hoje com mais de 20 anos de exercício for enquadrado na primeira classe, não terá tempo hábil para chegar à terceira, a menos que possa trabalhar por mais 20 anos antes de completar 70 anos de idade”, relata.

Outro aspecto é a criação da categoria de 40 horas semanais de trabalho com dedicação exclusiva. Apesar de a ideia ser positiva, o número reduzido de vagas para esta classe deixa o sistema defasado. “O projeto limita pouco mais de 1.200 vagas para essa jornada. É um número pequeno para atender à crescente demanda assistencial da população”, explica Carvalhaes.

Para o Simesp, a medida apresentada pelo governo tem avanços, mas ainda insuficientes, especialmente no que remete à remuneração. “Esses valores não vão fixar nem atrair profissionais, que, de fato, terão cerca de 20% a 25% de aumento na remuneração atual. É um projeto bem dissociado do que o Sindicato havia proposto à administração estadual”, avalia o presidente do Sindicato.

Fonte : SIMESP

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Fonte: Taciana Giesel/FENAM

Já estão abertas as inscrições para o IV Encontro de Comunicação das Entidades Médicas. Com o tema: “Como fazer mais e melhor, o evento, tem como objetivos estimular o intercâmbio de experiências entre as diferentes entidades do movimento médico, promover práticas de planejamento em comunicação, discutir a relação entre as entidades e a mídia, avaliar o uso das tecnologias em comunicação, especialmente das novas mídias e qualificar a parceria entre técnicos de comunicação e dirigentes das entidades médicas.

Promovido pela Federação Nacional dos Médicos e pelo Conselho Federal de Medicina o encontro que será realizado nos dias 29 e 30 de novembro, em Curitiba, conta com a parceria da Associação Médica Brasileira, Sindicato dos Médicos do Paraná e Conselho Regional de Medicina do Paraná.

As inscrições podem ser feitas com o envio do formulário abaixo preenchido para o seguinte endereço eletrônico: secretaria@fenam.org.br.

Os interessados devem especificar no campo assunto da mensagem a informação INSCRIÇÃO PARA O IV ENCONTRO DE COMUNICAÇÃO DAS ENTIDADES MÉDICAS.

Em caso de dúvida, é só entrar em contato com a sede da FENAM, pelo telefone (61) 3042-3700.

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

IV FÓRUM DE COMUNICAÇÃO DAS ENTIDADES MÉDICAS

Nome:

Entidade:

Cargo/ Função:

Profissão:

Endereço para correspondência:

E-mail:

Telefone:

Confira a programação preliminar do evento!

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O Hospital das Forças Armadas (HFA) lançou edital de abertura de Processo Seletivo Público destinado a selecionar 37 profissionais, para vagas de Médico nos programas de Residência Médica (PRM) da instituição, em 2013. O concurso será organizado pelo Cetro Concursos Públicos, Consultoria e Administração.

As oportunidades são nas áreas de Anestesiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica, Cirurgia Vascular, Clínica Médica, Coloproctologia, Gastroenterologia, Medicina Intensiva, Obstetrícia e Ginecologia, Oftalmologia, Ortopedia e Traumatologia, Otorrinolaringologia, Pneumologia, Psiquiatria, Radiologia e Diagnóstico por Imagem e Urologia.

A inscrição poderá ser efetuada via Internet, no endereço eletrônico da Cetro Concursos (www.cetroconcursos.org.br), no período entre 09 horas do dia 22 de outubro e 23 horas e 59 minutos do dia 09 de novembro de 2012, observado o horário oficial de Brasília.

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A luta pelo piso FENAM, a recuperação da gratificação dos médicos e uma medida judicial contra à EBSERH foram alguns destaques da reunião do setor jurídico da FENAM, nesta quinta-feira (04). O presidente da entidade, Geraldo Ferreira, o assessor parlamentar Napoleão Puente Salles, o advogado Luís Felipe Buaiz e o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Darze, debateram as melhores formas de defender o trabalho médico e a saúde pública.

FENAM entrará com uma ação judicial junto ao Supremo na luta pelo piso

Por manobras do governo, projetos de lei que dispõem sobre o salário dos médicos estão com a tramitação parada há aproximadamente três anos. Desde 2009, o PL 3734/2008 aguarda parecer na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e o PLS 140/2009 está pronto para ser incluído na ordem do dia. Devido à morosidade do Legislativo, a FENAM entrará com ação judicial junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para agilizar o trâmite das matérias e lutar pelo piso defendido pela entidade médica.

FENAM se associará à Fasubra e Andes contra a EBSERH

A FENAM vai buscar uma providência judicial diante da implementação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Juntamente com a Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra) e o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN, a entidade médica quer defender a sociedade do que confronta os princípios constitucionais que norteiam a saúde pública. Resultante do processo de terceirização, a empresa é criticada por várias razões, principalmente devido à precarização e baixa qualidade nos serviços prestados à população.

FENAM elabora emenda para resgatar as gratificações dos médicos

Para recuperar o valor da gratificação dos médicos (GDM), já que não sofreram o mesmo aumento que os outros servidores públicos, uma minuta foi elaborada pela FENAM e será apresentada ao relator do PL 4369/2012, deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP). A proposição trata da remuneração e reajuste de Planos de Cargos, Carreiras e Planos Especiais de Cargos do Poder Executivo federal.

Jurídico consegue a suspensão do ponto eletrônico no DF

Estava prevista a implantação do ponto eletrônico para o dia primeiro de outubro e o Sindicato dos Médicos do Distrito Federal entrou com um mandado de segurança para que fosse preservado o direito da folha de ponto e conseguiu a suspensão do sistema eletrônico por 30 dias. Um mês seria o tempo razoável para que os profissionais fossem devidamente organizados e orientados para o novo modelo e não comprometesse o atendimento dos pacientes. O médico não está isento de ir ao trabalho e comprovar sua presença, porque ele pode optar pela folha.

EC 45

Com a promulgação da emenda constitucional nº 45, a qual modifica a estrutura do Poder Judiciário, há uma nova maneira de discutir os conflitos das relações de trabalho. Os sindicatos são aconselhados pela FENAM a assumir as negociações, procurando o Ministério Público de cada estado.

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Contra abusos praticados pelas operadoras, médicos exigem assistência de melhor qualidade para os pacientes e valorização da Medicina

Entre os dias 10 e 25 de outubro, médicos de todo o país participarão de protesto nacional contra os abusos cometidos pelos planos e seguros de saúde. Para marcar o início da mobilização nacional, os profissionais realizarão atos públicos (assembleias, caminhadas e concentrações) nos estados em 10 de outubro. A partir de então, com base em decisões tomadas em assembleias locais, a categoria pode suspender, por tempo determinado, consultas e outros procedimentos eletivos por meio de guias dos convênios – sem cobrança de valores adicionais – que serão definidos como alvo pelas assembleias. As mobilizações serão articuladas pelas Comissões Estaduais de Honorários Médicos.

“O movimento médico brasileiro tem buscado incessantemente o diálogo com as empresas da área de saúde suplementar, mas os avanços ainda são insatisfatórios. O que está em jogo é o exercício profissional de 170 mil médicos e a assistência a quase 48 milhões de pacientes”, afirma Aloísio Tibiriça, 2º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM) e coordenador da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (COMSU).

Para o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, a insatisfação de médicos e beneficiários de planos de saúde, confirmada por diversas pesquisas de opinião, chegou ao limite. “O sistema suplementar de saúde passa por crises e nós devemos buscar juntos as melhores soluções, especialmente as que contemplam melhorias e crescimento sustentável”.

Reivindicações – Além de reajuste nos honorários, os médicos pedem o fim da interferência antiética das operadoras na relação médico-paciente. Também reivindicam a inserção, nos contratos, de índices e periodicidade de reajustes – por meio da negociação coletiva pelas entidades médicas – e a fixação de outros critérios de contratualização.

Os pacientes serão previamente informados da suspensão do atendimento, podendo ter suas consultas e procedimentos eletivos reagendados. Os casos de urgência e emergência não serão prejudicados. As autoridades do setor estão sendo notificadas nesta semana sobre a mobilização.

As entidades regionais respondem pela organização do protesto. Para os líderes do movimento médico, ainda falta muito para aperfeiçoar a relação com os planos de saúde, apesar de alguns avanços nas negociações conjuntas.

“As reivindicações da categoria são essenciais. Entendemos que, sem uma pressão mais efetiva sobre os planos de saúde, eles dificilmente sentarão para negociar. Desta forma, uma mobilização por mais dias demonstra que, daqui para frente, os médicos tomarão medidas cada vez mais duras para uma melhor relação com o paciente”, avalia Geraldo Ferreira, presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM).

Histórico – Algumas conquistas dos médicos surgiram após as três recentes mobilizações da categoria com foco na queda de braço entre profissionais e operadoras. A primeira em 7 de abril de 2011 e a segunda em 21 de setembro do mesmo ano. A última mobilização nacional aconteceu em 25 de abril, quando, além de protestarem, representantes das entidades médicas nacionais entregaram formalmente à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) um documento com 15 propostas para estabelecer critérios adequados para a contratação de médicos pelas operadoras de planos de saúde e para a hierarquização dos procedimentos estabelecidos pela CBHPM.

Após cinco meses, ANS afirma ainda analisar proposta da categoria. Durante esse período, a Agência publicou a Instrução Normativa nº 49, que foi considerada inócua pelas entidades, pois não tem o pressuposto da negociação coletiva.

Legislativo e sociedade – Em paralelo às negociações com a ANS e à mobilização nacional, o movimento médico também aposta na aprovação do Projeto de Lei 6964/10, que garante o reajuste anual e torna obrigatória a existência de contratos escritos entre as operadoras e seus prestadores de serviços. Atualmente em fase final de tramitação, o projeto se encontra na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

O movimento médico conta ainda com o apoio da sociedade, no que diz respeito à assistência oferecida pelas operadoras de planos de saúde e à interferência na autonomia profissional. Estudo da Associação Paulista de Medicina (APM) realizado pelo Instituto Datafolha, mostra que 77% dos usuários de planos de saúde no estado de São Paulo enfrentaram problemas no atendimento, como superlotação e longas esperas nos hospitais. O estado concentra hoje o maior número de beneficiários de planos de saúde do país, com um universo de 10 milhões de pacientes da saúde suplementar.

Sobre os médicos e prestadores de serviço, a percepção de 66% dos usuários é de que os planos colocam restrições em diversas etapas para realização de exames de maior custo e, para (53%), de que os planos restringem o tempo de internação hospitalar ou UTI. Mais de 60% dos usuários ainda afirmam ter a imagem de que os planos de saúde pagam aos médicos um valor muito baixo por consulta ou procedimento.

Saiba mais:

Conheça os cinco pontos da pauta de reivindicação da categoria médica:

1. Reajuste dos honorários de consultas e outros procedimentos, tendo como referência a CBHPM.
2. Inserção nos contratos de critério de reajuste, com índices definidos e periodicidade, por meio de negociação coletiva
3. Inserção nos contratos de critérios de descredenciamento
4. Resposta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por meio de normativa, à proposta de contratualização, encaminhada pelas entidades médicas
5. Fim da intervenção antiética na autonomia da relação médico-paciente.

O que acontece?

- No dia 10 de outubro, médicos de todo o país organizam atos públicos (caminhada, manifestação, assembleia) para marcar o início do movimento.
- Durante 15 dias, entre 10 e 25 de outubro, os profissionais podem suspender o atendimento através das guias dos planos de saúde.
- Os pacientes serão previamente informados da suspensão do atendimento, podendo ter suas consultas e procedimentos eletivos reagendados.
- Os atendimentos de urgência e emergência serão mantidos.

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Foto: Márcio Arruda

CARTA ABERTA: Presidente da FENAM convoca sindicatos a lutarem pelos médicos federais

O presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, solicita aos sindicatos que mobilizem os médicos federais em seus estados. O objetivo é orientá-los sobre os efeitos das alterações sofridas na MP 568/2012, hoje transformada na Lei 12.702/2012.

“A FENAM solicita aos sindicatos de base que, através de assembleias com os médicos federais,construam uma agenda de mobilização que pressione o governo e o Congresso para recuperarmos o que temos direito e nos foi tirado,” explica Ferreira.

Em reunião no último dia 30, representantes da FENAM e de sindicatos médicos se reuniram com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, que garantiu aos médicos federais o reajuste de 15,8%, divididos em três anos, a partir de 2013. Mas uma preocupação ainda é recorrente entre os profissionais, a Gratificação de Desempenho Médica. “Com a tabela específica para os médicos, houve perdas para os profissionais nesta questão. Temos agora que lutar no Congresso e fazer uma mesa de negociação com o Ministério para reparar as injustiças”, explicou Ferreira.

Em carta aberta aos médicos federais, o presidente da FENAM, Geraldo Ferreira, destacou detalhes das ações que já foram desenvolvidas e as estratégias que serão colocadas em prática pela entidade em prol dos profissionais. Confira:

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Médicos têm uma vida corrida, duplas jornadas e muito trabalho. Para se atualizarem na profissão, viajam bastante para congressos, palestras e cursos. Pensando nisso, a Federação Nacional dos Médicos está sorteando, desde o dia 29 de junho, malas de viagem com kits FENAM para médicos e estudantes de medicina que acompanham nossas notícias pela página no Facebook (facebook.com/fenamnoface) 


Serão 10 kits sorteados a cada 15 dias. Os kits FENAM contém: 1 mala de viagem, 1 camiseta, 1 cartilha para redes sociais e 1 caneta.

O próximo sorteio será hoje, dia 6 de setembro! 

Regulamento

Para participar dos sorteios, é necessário aderir à promoção, preencher os dados solicitados e curtir a Página da FENAM, no Facebook (facebook.com/fenamnoface).

- O sorteado precisa comprovar que é médico ou estudante de medicina. A comprovação poderá ser feita com a cópia do CRM ou declaração de matrícula na instituição de ensino.

- A comprovação deverá ser feita após o sorteio, conforme contato com a FENAM, via mensagem privada.

- Os sorteios serão a cada 15 dias, a partir do dia 29/06/2012 até o dia 13/09/2012.

- O sorteio será realizado pelo site especializado “Sorteie.me” e o comprovante será divulgado na página da FENAM, no Facebook.

- O kit sorteado contém: 1 mala de viagem, 1 camiseta, 1 cartilha para redes sociais e 1 caneta.

E então, está esperando o que para participar? Curta a página da FENAM agora e participe!

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A criação de câmaras técnicas específicas entre profissionais da saúde e juízes foi defendida pelo ex-presidente da Federação Nacional dos Médicos e atual secretário de finanças da entidade, Cid Carvalhaes, durante debate sobre a Judicialização da Saúde. O evento realizado na noite da última terça-feira (28), em Brasília, abordou a demanda e as dificuldades enfrentadas por pacientes, médicos e juízes na hora de lutar e decidir sobre o direito do acesso à saúde no Brasil.

“Houve um reconhecimento das dificuldades do Estado e dos outros atores envolvidos como pacientes, fontes pagadoras, advogados, médicos, Ministério Público e membros da magistratura, trazendo uma série de problemas. Uma assessoria técnica, do ponto de vista médico, auxiliaria os juízes a entender melhor cada caso e a análise dos pedidos mais urgentes,” destacou Carvalhaes.

A chefe de judicialização da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, Lucimar Coser, falou que os pedidos judiciais vêm aumentando significativamente. A solicitação, via justiça, envolve medicamentos, procedimentos, tratamentos e serviços. Ela explicou ainda, que o órgão tem trabalhado para regular as demandas.

Em seguida, a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, defendeu a definição dos princípios da cidadania brasileira. “Um dos princípios da Constituição é o acesso à Justiça. Nós temos que fiscalizar se a política está sendo cumprida bem ou mal. O problema é que pessoas que não precisam, estão recorrendo ao Judiciário, pedindo medicamentos e procedimentos caríssimos. Precisamos que os profissionais da saúde, que entendem cada caso, nos assessorem para tomar decisões. A justiça precisa se colocar em um patamar de equilíbrio, e se aproximar dos médicos e farmacêuticos.”

Ela reconheceu também, que é necessário organizar melhor a magistratura. “Há ainda fragilidade no setor, demandas questionáveis e advogados despreparados.”

O evento foi promovido pela Academia de Medicina de Brasília (Ameb) e realizado no Sindicato dos Médicos do Distrito Federal. Contou ainda com a presença do vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital e de acadêmicos brasilienses.

Fonte : Taciana Giesel

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Nos dois dias do congresso, médicos e juristas analisaram importantes aspectos jurídicos da medicina, como a reforma do Código Penal e sua relação com a atividade profissional

As mudanças polêmicas na legislação do novo Código Penal Brasileiro na área da saúde foi tema de debate durante o III Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho Federal de Medicina (CFM) – evento promovido nos dias 14 e 15 de agosto, em Curitiba (PR). O desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), José Muiños Filho, fez parte da comissão de juristas que trabalhou nas proposições da reforma. Segundo ele, a idealização era que “nenhum tabu nortearia nosso trabalho”.

O desembargador discorreu sobre a proposta da nova legislação, que permite a ortotanásia, discussão já avançada pelos Conselhos de Medicina, inclusive contemplada no Código de Ética da categoria. A eutanásia continua sendo crime, com pena prevista de prisão de dois a quatro anos. Com a nova proposta, o juiz pode deixar de aplicar a pena avaliando as circunstâncias do caso, bem como a relação de parentesco ou os laços do agente com a vítima.

Aborto – A ampliação das regras para que a mulher possa interromper a gravidez sem que a prática seja considerada crime foi um dos temas mais aguardados no III Congresso de Direito Médico. A análise foi realizada pelo desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, Marco Antônio Marques da Silva. “Vivemos outra sociedade, outra realidade diferente daquele outro Código”, apontou.

O Código em vigência só permite a interrupção da gravidez em caso de estupro ou de a mãe correr risco de morrer, além de anencefalia. Já a nova proposta do Código Penal permite o aborto por vontade da gestante até a décima segunda semana quando o médico ou psicólogo atestar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade.

Fonte : CFM

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Durante a cerimônia que consagrou a posse da nova diretoria da FENAM, biênio 2012/2014, realizada na última quinta-feira (16), o presidente da entidade, Geraldo Ferreira, falou de suas expectativas, bandeiras de luta e prioridades. Assista à reportagem:

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