Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘são paulo’

Imagem

A possível fraude na emissão de boletos da contribuição sindical pelo Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) desviou dos médicos brasileiros aproximadamente meio milhão de reais referente à Contribuição Sindical. O assunto foi motivo da 1ª audiência no Fórum Trabalhista Ruy Barbosa e na 66ª Vara do Trabalho do Estado, nesta quarta-feira (14), em São Paulo. 

 

A FENAM ajuizou ações criminais e indenizatórias após surgirem suspeitas de tentativa de simulação do imposto sindical, quando o Simesp enviou boletos de cobrança aos médicos paulistas, chamada “contribuição ao sindicato”, no valor de R$ 230,00, pelo Banco Itaú, em fevereiro deste ano. A FENAM teve acesso a esse boleto, e apensou ao processo. A cobrança, apesar de aparentar ser o imposto sindical obrigatório, na verdade, trata-se de um recolhimento que não tem amparo legal. O pagamento deste boleto não quita a obrigação do médico com o pagamento do tributo, alerta a FENAM. 

 

Levantamento realizado pela FENAM apurou que, em 2014, entre os meses de fevereiro e março, o recolhimento dos médicos de São Paulo para a FENAM, provavelmente por emissão individual do imposto no site da Caixa Econômica Federal, foi de R$ 15,8 mil. No mesmo período do ano passado, o recolhimento para a FENAM referente à emissão dentro do mecanismo legal foi de R$ 492,5 mil – valor corresponde aos 15% que a federação legalmente tem direito. “Este é o tamanho da fraude”, apontou o presidente da FENAM, Geraldo Ferreira. 

 

Além do presidente da FENAM, participaram da audiência: o secretário de Saúde Suplementar, Márcio Bichara; o diretor de Formação Profissional e Residência Médica, Antônio José; o membro da CAP-FENAM, Eglif Negreiros; o membro do Sindicato dos Médicos de Santo André e Região, Carlos Carvalho; o tesoureiro do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Luiz do Amaral (Dr. Bigú); e o advogado da FENAM, Luiz Felipe. Na defesa, estavam o presidente do Simesp, Cid Carvalhaes, e o advogado do Simesp. 

 

Para análise das provas, o Fórum Trabalhista Ruy Barbosa marcou nova audiência para o dia cinco de agosto de 2014. A FENAM impetrará uma nova ação, ainda essa semana, contra o Simesp uma vez que o sindicato não seguiu o Termo de Ajusta de Conduta (TAC) feito com o Ministério Público Federal, em 2004, quando se comprometeu a realizar a cobrança da Contribuição Sindical dentro dos moldes legais. A nova ação da FENAM cobrará, também, o acumulativo dos débitos do Simesp referente aos dez anos em que não houve o recolhimento. Os dados serão revelados através de pericia contábil. A FENAM alerta que, quanto aos outros sindicatos que se associaram à fraude, serão impetradas ações locais junto à Vara Trabalhista e o Ministério Público do Trabalho. 

 

A ESTRATÉGIA DO POSSÍVEL CRIME

 

A FENAM tomou conhecimento de uma reunião realizada em São Paulo, coordenada pelo presidente do Simesp, Cid Carvalhaes, com o sindicato do Pará e outros dois sindicatos, para definição de uma estratégia para “asfixiar financeiramente” a FENAM. A fonte revelou que o plano foi acolhido pelos diretores do sindicato do Pará, como Waldir Cardoso e João Gouveia. 

 

A ação definida por esse grupo seria a emissão de um novo boleto chamado “Contribuição ao Sindicato”, cobrada por outro banco, ao invés da emissão do boleto da Contribuição Sindical dentro do padrão Caixa Econômica, impedindo o rateio previsto em Lei, onde o recurso é distribuído automaticamente aos sindicatos, federações, confederações e ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). 

 

A ARRECADAÇÃO DE 2014 É COMPENSADA POR OUTROS SINDICATOS

 

Apesar da tentativa de fraude do Simesp no montante de meio milhão de reais, a arrecadação da Contribuição Sindical de 2014 dos outros sindicatos que compõe a FENAM compensou o rombo. Houve, na verdade, um crescimento no desempenho na arrecadação de vários sindicatos, como: Rio de Janeiro, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Ceará, Santa Catarina, entre outros. Em 2013, entre janeiro e abril, foram recolhidos pela Contribuição Sindical a quantia de R$ 2,4 milhões. No mesmo período, em 2014, esse valor praticamente se manteve, sendo angariado, no total, R$ 2,2 milhões.

 

 “O que ocorre, atualmente, é que com o aumento das lutas dos sindicatos de base e com o aumento da credibilidade das instituições médicas e, particularmente da FENAM, há um crescente interesse dos médicos a se associarem aos sindicatos e, consequentemente, contribuírem financeiramente para as causas do movimento médico. Dessa forma, mesmo com a fraude de São Paulo, Pará e outros poucos sindicatos, não haverá nenhum prejuízo nas ações desenvolvidas pela FENAM, o que inclui a contínua defesa das bandeiras de luta, como a desprecarização do trabalho médico, a implantação do Piso FENAM, a carreira médica, o reajuste nos honorários médicos da saúde suplementar, e o respeito aos direitos humanos na saúde”, afirmou o presidente da FENAM.


Fonte: FENAM 

Read Full Post »

Por: Denise Teixeira

A Federação Nacional dos Médicos (FENAM) realiza, nos dias 19 e 20 de abril, a sétima edição do Seminário Nacional Médico/Mídia, evento que já se transformou em referência para profissionais e estudantes das duas áreas e que visa estimular o debate sobre comunicação e saúde. Este ano, o evento apresenta uma novidade: pela primeira vez, desde que teve início, o seminário não será realizado no Rio de Janeiro, mas, sim, em São Paulo, na sede do Sindicato dos Médicos (Simesp). Outra inovação é a parceria com o Conselho Federal de Medicina para a realização do Médico/Mídia 2012, mostrando que as entidades nacionais estão unidas não só na luta do movimento médico, mas também na área de comunicação, fundamental para dar maior visibilidade e credibilidade à pauta nacional da categoria.

O evento terá início às 9h do dia 19/04, com as boas vindas do presidente da FENAM, Cid Carvalhaes, e do presidente do CFM, Roberto DÁvila, e contará com a participação de profissionais da área médica e da grande imprensa, bem como especialistas na área de tecnologia da informação e publicidade.

As inscrições são gratuitas e já podem ser feitas através do formulário de inscrição , ou pelo telefone (21) 9144-3323, das 10h às 18 horas, de segunda a sexta-feira, na Coordenadoria de Comunicação, com a jornalista Denise Teixeira. As vagas são limitadas.

Em sua sétima edição, o Seminário Nacional Médico/Mídia tem como objetivo colaborar com os profissionais de saúde no seu relacionamento com a mídia e também simplificar o trabalho da imprensa, ajudando os jornalistas a entenderem melhor o setor.

Direcionado a profissionais e estudantes das áreas de jornalismo, medicina e tecnologia da informação, publicidade, gestores do setor de saúde e público em geral, o programa do evento prevê a interação permanente entre os participantes, com trocas de ideias livremente expostas.

Programação preliminar

Dia 19/04 – quinta-feira

9h – Abertura – boas vindas do presidente da FENAM, Cid Carvalhaes, e do presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto DÁvila

9h30min – Profissão repórter, o compromisso com a verdade e com a qualidade da informação

10h30min – O sigilo do paciente, o respeito ao atendimento e o direito à informação

12h30min às 14h – Intervalo

14h – As novas regras para a publicidade médica – Resolução CFM 1974/2011

16h – Media training para dirigentes de entidades médicas (com simulação de entrevista)

17h30min – Mini oficina web 2.0 – As redes sociais na vida de médicos e jornalistas

19h – Encerramento

Dia 20/04 – sexta-feira

8h30min – A cobertura política em saúde e a medicina na política

10h – Ética profissional – médico x mídia

11h30min – Dr. Google – a internet como fonte de informação e de busca de dados para uma reportagem

12h30min às 14h – Intervalo

14h – A importância da comunicação institucional

15h30min – O poder da mídia e a liberdade de expressão

17h – Encerramento

Read Full Post »

O presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) e da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Cid Carvalhaes, defendeu no último domingo (26) a necessidade de um fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), em ato que ocorreu no Parque do Ibirapuera. Além de mais investimentos por meio da melhoria dos hospitais já existentes e ampliação das unidades, a categoria quer elevação do piso salarial.

Para chamar a atenção da população sobre o conjunto de reivindicações, o Simesp montou duas tendas próximo ao portão 10 do parque, onde profissionais da saúde ficaram à disposição das pessoas que passeavam pelo local para medir a pressão arterial. Das 10h às 14h, foram em torno de mil atendimentos, dos quais foram diagnosticados 25 casos de hipertensão.

“Queremos que a população se conscientize de que o SUS é dela e que ela tem de defendê-lo”, disse Carvalhaes. Ele informou que em todo o país existem 145 milhões que dependem do atendimento médico gratuito, mas que a precariedade da infraestrutura e a má remuneração está comprometendo a qualidade dos serviços.

“No país todo temos um estrangulamento com pacientes atendidos na emergência e sem suporte para continuidade no tratamento”, afirmou ele. O líder sindical observou que há uma estimativa do Ministério da Saúde , segundo a qual, neste ano de 2012, haverá um déficit no orçamento do setor de cerca de R$ 40 bilhões.

Carvalhaes também criticou o processo de privatização parcial do sistema de saúde, dizendo que ele só serve para amentar o lucro das empresas, dificultando o acesso ao atendimento de quem não pode pagar pelos serviços. Ele defendeu a implantação do plano de cargos e salários e informou que aqueles vinculados ao estado recebem piso inicial de R$ 414,30 e à prefeitura R$ l.273,00.

Read Full Post »

Por: Taciana Giesel

A gestão da saúde pública por Organizações Sociais (OSs), adotada pelo governo paulista e que tem servido de modelo para outros estados, pode custar mais caro que o sistema da administração direta e apresenta alguns efeitos negativos na qualidade dos serviços. É o que aponta um estudo produzido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo, que compara os dois métodos de administração. O tema foi abordado na edição nº 664, de setembro, da revista Carta Capital, em reportagem da jornalista Soraya Aggege.

De acordo com a reportagem, “o estudo do TCE paulista, do conselheiro Renato Martins Costa, compara seis hospitais estaduais semelhantes no espectro dos dois modelos diferentes, ou seja, geridos por OSs e pela administração direta do governo. O relatório não partiu de uma auditoria, nem teve como meta definir qual o melhor modelo, mas apenas avaliar a situação paulista. As conclusões, porém, são relevantes. Fica claro, por exemplo, que os custos das OSs são mais altos, os doentes ficam mais tempo sozinhos nos leitos, a taxa de mortalidade geral é maior e que há uma ampliação da desigualdade salarial entre os trabalhadores. Enquanto os chefes ganham acima da média, os escalões inferiores recebem menos que seus pares dos hospitais geridos pelo estado”.

Segundo o relatório, “os hospitais analisados custam 60 milhões de reais a mais nas OSs do que nas gestões diretas – uma variação de 38,52 % de menor eficácia. Outro exemplo significativo: o custo do leito por ano nas OSs foi 17,60% maior que nos hospitais da administração pública”.

A Federação Nacional dos Médicos e outras entidades médicas sempre foram contrárias ao modelo de gestão das Organizações Sociais, alertando sobre os riscos da terceirização, que precarizam o trabalho médico e baixam a qualidade da assistência.

“O relatório confirmou o que as entidades médicas têm afirmado há muito tempo: a gestão privada das organizações sociais e todas as outras formas de privatização e terceirização da saúde se constituem numa forma muito mais onerosa para o serviço público e menos eficiente. Assistimos isso com profunda tristeza e com um lamento severo e sincero, pois a população acaba sendo mais sofrida, mais discriminada e mais marginalizada com a adoção desse modelo de gestão”, destacou o presidente da Federação Nacional dos Médicos e do Sindicato dos Médicos de São Paulo, Cid Carvalhaes.

Para o presidente do Sindicato dos Médicos do Ceará (Simec), José Maria Pontes, o relatório apresentado pelo TCE derruba a tese do governo de alegar falta de recursos para a saúde.

“O governo alega que o problema da saúde é dinheiro, mas se o problema é dinheiro, por que os governos estão adotando um modelo de gestão que custa mais caro?”, questionou o dirigente.

“Fica claro que há interesses econômicos envolvidos, que as pessoas vão para lá para lucrar e, infelizmente, o poder publico vem adotando esse método, mas esse relatório vem mostrar que é uma falácia dizer que as organizações sociais são melhores que os hospitais públicos, porque não são. As Organizações Sociais estão lá para ganhar dinheiro às custas das doenças das pessoas e nós sabemos que saúde não é mercadoria”, acentuou. O sindicalista ainda lembrou que já existe um movimento nacional contra as terceirizações na saúde e que o apoio da sociedade contra as privatizações é muito importante para que os atendimentos no sistema público de saúde não sejam ainda mais prejudicados.

Veja o relatório:

http://embedit.in/Kuo2TBtGfe.swf

Outra reportagem, publicada na última quinta-feira (29), pelo jornal Estado de São Paulo, também faz denúncia contra as Organizações Sociais. De acordo com a notícia, reportada pela jornalista Adriana Ferraz, “os ambulatórios de especialidades da cidade de São Paulo administrados por OSs não cumprem as metas de atendimento estabelecidas pela Prefeitura. Segundo relatórios oficiais do primeiro semestre deste ano, as seis unidades realizaram, em média, apenas metade das consultas pagas pelo município. Apesar disso, a verba mensal continua sendo repassada às entidades – ou seja, elas recebem, mas não ofertam os serviços à população”.

Read Full Post »

Fonte: SIMESP

Ginecologia e Obstetrícia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Pneumologia, Cirurgia Plástica e Anestesiologia iniciam rodízio sequencial de suspensão do atendimento em 1º de setembro 

Formada por representantes das entidades médicas, a Comissão Estadual de Mobilização Médica para a Saúde Suplementar acaba de definir como será o rodízio sequencial de suspensão ao atendimento dos planos de saúde em protesto aos baixos honorários e às interferências abusivas que impossibilitam a adequada assistência aos cidadãos. As paralisações começam em 1º em setembro e prosseguirão por tempo indeterminado até que as reivindicações sejam atendidas.

As especialidades que iniciarão o movimento, interrompendo o atendimento eletivo no primeiro mês, serão: Ginecologia e Obstetrícia (de 1 a 3 de setembro), Otorrinolaringologia (8 a 10 de setembro), Pediatria (14 a 16 de setembro), Pneumologia (21 a 23 de setembro) e Cirurgia Plástica (28 a 30 de setembro). As urgências e emergências estarão garantidas. Os anestesiologistas terão papel diferenciado no movimento: darão apoio a todas as especialidades cirúrgicas, parando semanalmente os procedimentos das áreas que estiverem no rodízio sequencial de suspensão.

Por exemplo, interromperão os procedimentos ligados à ginecologia na primeira semana, os da Otorrinolaringologia na segunda semana, e assim por diante. Reivindicações da classe Vale lembrar que os médicos definiram como pauta do movimento estadual a recomposição do valor da consulta para R$ 80,00 e procedimentos atualizados proporcionalmente de acordo com o sistema de hierarquização da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM), além de regularização dos contratos entre médicos e operadoras com a inserção de cláusula de reajuste anual baseado no índice autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os planos individuais.

Outro pleito é o fim das pressões das empresas para que reduzam solicitações de exames, internações e outros procedimentos, interferências inaceitáveis que colocam em risco a saúde dos cidadãos. Processo de negociações Até agora a Comissão Estadual abriu formalmente negociação com 34 empresas, das quais 19 na última semana. Do primeiro grupo contatado para dialogar, somente as listadas a seguir não deram qualquer resposta: Medicina de grupo: Gama Saúde, Green Line, Intermédica; Autogestões: ABET (Telefônica), Companhia de Engenharia de Tráfego; Seguradoras: Notredame.

Estão em processo de negociação: Medicina de grupo: Amil, Golden Cross, e Medial; Autogestões: Caixa Econômica Federal, Cassi (Banco do Brasil), Embratel e Geap; Seguradoras: Marítima, Porto Seguro.

As 19 procuradas recentemente ainda estão no prazo para posicionamento, que se encerrará no início de agosto. Critérios para suspensão Os médicos do estado de São Paulo definiram que a suspensão do atendimento abrangerá todas as empresas que não abrirem negociação, além daquelas que tiveram suas propostas consideradas insuficientes. O anúncio oficial dos planos que terão a assistência interrompida acontecerá em coletiva à imprensa na sede da Associação Paulista de Medicina (Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, 278), no próximo dia 10 de agosto, às 10h. As entidades médicas permanecem abertas à negociação e esperam chegar a um bom termo, contemplando profissionais de medicina, pacientes e operadoras, o que é essencial para o equilíbrio do sistema.

Read Full Post »

Fonte: Sindicato dos Médicos de São Paulo

Denúncias feitas pelo Sindicato dos Médicos de São Paulo fizeram com que médicos e pacientes do Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho promovessem uma manifestação nesta terça-feira, 02/02, em frente àquela unidade de saúde, contra as demissões de médicos e a manutenção de residentes desempenhando funções de profissionais e com carga horária excessiva. De acordo com a diretoria do Simesp, como consequência dessas demissões os pacientes sofrem em longas filas de espera e a qualidade do atendimento vem sendo comprometida.

Em declaração a um jornal de São Paulo, o presidente do Simesp e diretor da FENAM, Cid Carvalhaes, disse que “as demissões e a mudança na rotina de atendimento estão comprometendo o tratamento ministrado aos doentes, muitos deles em idade avançada”.

Em carta aberta aos usuários do Instituto, o Simesp e o corpo clínico do ICAVC solicitaram aos pacientes e familiares empenho para que a direção aja imediatamente, antes que a situação se torne insustentável.

A diretoria do Simesp também está convocando os médicos para uma assembleia nesta quarta-feira, dia 3, às 20h, no auditório do sindicato. Na reunião, serão avaliadas que tipo de medidas podem ser tomadas sobre o problema no Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho.

Abaixo, a íntegra da carta aberta aos usuários do ICAVC

SINDICATO DOS MÉDICOS DE SÃO PAULO
CARTA ABERTA AOS USUÁRIOS DO INSTITUTO DO CÂNCER ARNALDO VIEIRA DE CARVALHO

Gravidade da situação atinge principalmente os pacientes
Direção não se manifesta

O corpo clínico do ICAVC e o Sindicato dos Médicos de São Paulo
(Simesp) informam aos usuários e familiares que uma série de problemas
têm ocorrido no Instituto, sendo os mais graves demissões imotivadas de médicos e outros profissionais e alteração na dinâmica de atendimento (com sérias consequências no que se refere à qualidade, agilidade e, evidentemente, à saúde dos pacientes).

O Simesp, depois de ouvir os médicos, que vêm se reunindo em assembleias na sede do Sindicato, procurou a direção do ICAVC, na tentativa de estabelecer diálogos. Para surpresa do Simesp, foi grande a resistência encontrada, mesmo depois de ampla exposição feita pela diretoria do Sindicato.

A situação vem se arrastando e os pacientes, que necessitam de cuidados
especiais e frequentes, não podem sofrer as consequências de política
administrativa que está se mostrando completamente equivocada.

Inadiáveis iniciativas devem partir da direção do Instituto. Solicitamos aos pacientes e seus familiares que se empenhem nessa luta, ao lado dos médicos e do Sindicato, a fim de pressionar a direção a agir imediatamente, sob o risco de a situação tornar-se ainda mais
insustentável.

Atitudes divorciadas dos fundamentos democráticos, com declaradas
intransigências, demonstram atropelos administrativos incompreensíveis
em uma sociedade livre e plural, assentada em pleno Estado de Direito.

Corpo clínico e diretoria do Simesp
São Paulo, 01 de fevereiro de 2010

Read Full Post »

*CFM, com alterações.

Cerca de 500 médicos e líderes sindicais participaram da passeata pela melhoria da remuneração médica no SUS e por um melhor atendimento à população, realizada na cidade de São Paulo na última sexta-feira (29). Os manifestantes e representantes da FENAM, CFM E AMB caminharam da sede da AMB (que fica na Rua São Carlos do Pinhal) até o prédio da Gazeta na Avenida Paulista. Caravanas de médicos de todo o estado de São Paulo também aderiram ao movimento.passeata SUS

Foram dois dias de atividades para chamar a atenção da sociedade e das autoridades para a situação do SUS e para a pauta de reivindicações defendida pelas entidades médicas: CBHPM no SUS, Plano de Carreira, Cargos e Vencimentos, carreira de Estado e salário mínimo profissional. Os presidentes das entidades mostraram-se firmes na defesa dessas reivindicações da categoria.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, compareceu aos eventos promovidos como parte das manifestações, o Fórum Sudeste em Defesa do Trabalho Médico no SUS e o Fórum Nacional em Defesa do Trabalho Médico no SUS. Na noite de abertura, dia 28, uma conferência do ministro sobre os 21 Anos do SUS contou com a participação dos presidentes das entidades médicas nacionais, Edson de Oliveira Andrade (CFM), José Luiz Gomes do Amaral (AMB) e Paulo de Argollo Mendes (Fenam).

Na ocasião, o ministro reconheceu que os médicos estão trabalhando em condições precárias, acenou a proposta de uma carreira nacional para médicos – cujos moldes ainda serão definidos –, e anunciou a disposição do Ministério em estabelecer um canal de negociação com médicos.

A rede globo noticiou a passeata. A reportagem, de César Menezes foi exibida no Jornal da Globo, apresentado por Willian Waack e Cristiane Pelajo na noite da última sexta-feira (29/05). Veja o vídeo:

globo

Read Full Post »

Older Posts »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 7.088 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: