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Archive for the ‘urgência e emergência’ Category

Federação Nacional dos Médicos (FENAM) abre inscrições para o VIII Seminário Médico/Mídia e I Latino-Americano, que acontecerá nos dias 27 e 28 de junho, em São Paulo. O evento, que conta com o apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM), é uma referência para profissionais de comunicação e saúde por estimular o debate entre as duas áreas. Além da participação de pessoas de renome do movimento médico e da grande imprensa, esta edição será inovadora, pois terá a presença da Confederação Médica Latinoamericana e do Caribe (Confemel).

Em sua oitava edição, o Seminário Nacional Médico/Mídia tem como objetivo colaborar com os profissionais de saúde no seu relacionamento com a mídia.

Em sua oitava edição, o Seminário Nacional Médico/Mídia tem como objetivo colaborar com os profissionais de saúde no seu relacionamento com a mídia.

O seminário terá início às 8h do dia 27/06, com as boas vindas dos presidentes das entidades médicas (FENAM, CFM e Confemel), respectivamente, Geraldo Ferreira, Roberto DÁvila e Alexis Castillo. As inscrições são gratuitas e já podem ser feitas através do formulário de inscrição , ou pelo telefone (61) 3042-3706, das 10h às 18 horas, de segunda a sexta-feira, na Coordenadoria de Comunicação. As vagas são limitadas.

Em sua oitava edição, o Seminário Nacional Médico/Mídia tem como objetivo colaborar com os profissionais de saúde no seu relacionamento com a mídia e também simplificar o trabalho da imprensa, ajudando os jornalistas a entenderem melhor o setor. O programa do evento prevê a interação permanente entre os participantes, com trocas de ideias livremente expostas.

Programação

Local: Cremesp, auditório da Vila Mariana

27/06/2013 – Quinta-feira 

08h
Abertura: Presidentes das entidades médicas nacionais e da CONFEMEL
09h
Conferência de abertura: “O papel da imprensa na divulgação de assuntos médicos e de interesse de saúde pública – Importância da interação entre as duas áreas”.
09:45
Intervalo
10h
Mesa redonda: “O Médico visto pela imprensa e sociedade”
12h
Almoço
13:30
Mesa Redonda: “Cases das Entidades Médicas”.
16h
Intervalo
16:15
Media Training
18h
Encerramento

28/06/2013 – Sexta-feira

8:30
Palestra “O lado do médico e o paciente informado” – responsável Dr. André Diamante (RJ)
9:30
Mesa Redonda: “Publicidade Médica”
11:30
Intervalo
11:45
Comunicação no Século XXI
14h
Encerramento: Presidentes das entidades

Fonte : Imprensa FENAM

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A criação de um Programa de Interiorização do Médico Brasileiro é a principal proposta do Conselho Federal de Medicina (CFM) para levar médicos brasileiros a trabalharem no interior do país. A solução é vista pela entidade como opção segura para garantir a imediata interiorização da Medicina, pois valoriza o profissional nacional, estimula a melhora da infraestrutura de trabalho e cria condições efetivas para atração e fixação dos médicos em áreas remotas. A medida teria caráter emergencial e transitório, com validade máxima de 36 meses.

Entidade também detalha critérios para importação de médicos estrangeiros e defende criação de carreira federal para profissionais de saúde, no prazo máximo de 36 meses.

Entidade também detalha critérios para importação de médicos estrangeiros e defende criação de carreira federal para profissionais de saúde, no prazo máximo de 36 meses.

O documento, aprovado pelo Plenário do CFM, foi entregue nesta sexta-feira (24) ao Palácio do Planalto e aos ministérios da Saúde, Educação e das Relações Exteriores. A proposta, que ainda contempla outras duas medidas, também foi encaminhada ao Senado Federal, Câmara dos Deputados, Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e à Procuradoria-Geral da República (PGR).

No entendimento dos conselheiros, o Programa de Interiorização do Médico Brasileiro corrige distorções de ações anteriores do Governo. A proposta do CFM quer alocar profissionais em cidades de até 50 mil habitantes, nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Após a apresentação das propostas, o Conselho de Medicina se colocou novamente à disposição para dialogar com o Governo.

“Os médicos brasileiros querem colaborar com esse processo de forma ativa e estão abertos ao diálogo. Esperamos que nossas propostas possam ser recebidas como um sinal de nosso empenho em atender às necessidades da população, cercando-a de profissionais competentes, comprometidos, bem preparados e estimulados a cumprir sua missão de levar o bem estar e salvar vidas”, explica o documento.

Fatores de fixação – Para viabilizar a adesão do maior número de profissionais possíveis, o CFM recomenda que o Governo proporcione condições adequadas de atendimento, por meio da instalação de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e de laboratórios de análises clínicas. A monitoria (presencial e à distância) vinculada a programas de extensão de escolas públicas de Medicina, o acesso a insumos e equipamentos de diagnóstico e terapia, o apoio de equipe multiprofissional e a rede de referência e contrareferência (leitos, exames e outros procedimentos) também são itens fundamentais para conseguir fixar os médicos brasileiros nas regiões mais carentes.

Dados do próprio Ministério da Saúde sobre a distribuição dos municípios que receberam médicos que aderiram ao atual programa do Governo evidencia distorções que podem ser corrigidas com a adoção da nova proposta do CFM. A maioria dos profissionais foi levada a cidades acima de 100 mil habitantes, localizados na faixa litorânea e nas cidades com melhores indicadores socioeconômicos (mapa ao acima).

Importação de médicos – Outra proposta que consta do documento, se refere a importação de médicos estrangeiros. O CFM mantem sua a defesa de que os candidatos devam ser aprovados no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) no seu formato atual. “Ao defender a exigência do Revalida para os candidatos formados em escolas de Medicina do exterior, o CFM apenas quer que sejam seguidas as normas estabelecidas pelo próprio Estado Brasileiro e atualmente em vigor para a vinda dos médicos estrangeiros”, argumenta a entidade.

Além disso, a entidade propõe outros critérios, como o domínio da língua portuguesa, sendo este requisito “absolutamente necessário” para a adequada relação médico-paciente, evitando-se riscos de erros de diagnósticos e de tratamento. A apresentação de atestado de bons antecedentes éticos e criminais fornecidos pelas entidades médicas e das autoridades judiciais dos países onde se graduaram também aparece na proposta como exigência mínima para a atuação do médico estrangeiro no país.

“Quando as entidades médicas cobram o cumprimento dessa exigência legal não o fazem para criar dificuldades, mas como forma de se estabelecer um padrão de qualidade e segurança para a assistência à população brasileira”, conclui.

Carreira de estado – Como terceiro item, o CFM defende, a médio prazo, que seja construída e implementada uma carreira federal para o médico, enfermeiro, dentista, farmacêutico e bioquímico que atendem dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), aos moldes do que já existente para os cargos de juiz e promotor no âmbito do Poder Judiciário. Ela entraria em vigor após o encerramento das duas ações anteriores, que atenderiam em caráter transitório e emergencial.

Na carreira proposta, o acesso se daria por concurso público, realizado pelo Ministério da Saúde. Dentre as características desta carreira, consta jornada de trabalho de 40 horas semanais no atendimento exclusivo ao SUS, com Plano de Cargos, Carreira e Salários, o que permitiria que esses profissionais ascendessem com remuneração compatível com o estabelecido pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam).

O CFM entende que a simples alocação do médico em um determinado município não tornará a população assistida. Para que este benefício seja oferecido com efetividade e eficácia, justifica, é necessário interiorizar o sistema de saúde, no qual o médico é um integrante importante, mas não suficiente para os resultados ocorram. “De forma complementar, a melhora da infraestrutura local deve estar atrelada a um sistema de regulação estadual eficaz, com rede de transporte instalada para a transferência dos pacientes necessitados para centros de maior complexidade”, sugere a entidade.

Clique aqui para conferir a proposta na íntegra.

Fonte : CFM

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Para facilitar as negociações entre os planos de saúde e os prestadores de serviço, como hospitais, laboratórios e médicos, a Agência Nacional de Saúde (ANS) lançou hoje (21) o Guia Prático da Contratualização. A publicação traz orientações para regular os contratos e evitar problemas no atendimento ao usuário.

Para garantir que os planos de saúde cumpram as regras, a ANS também propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Para garantir que os planos de saúde cumpram as regras, a ANS também propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

O guia é resultado de uma auditoria da agência em 60% dos planos de saúde do país, das 100 maiores empresas do setor, entre 2009 e 2011. Durante o trabalho, foram constatadas irregularidades que podem chegar a R$ 300 milhões em multas. Para garantir que os planos de saúde cumpram as regras, a ANS também propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

“A agência obriga que os planos de saúde tenha contratos com esses agentes e esses contratos têm regras claras, baseadas em resoluções. No entanto, notamos um grande desconhecimento dos prestadores de serviço com relação a resoluções da ANS e com relação aos itens que devem constar no contrato”, explicou o diretor de Desenvolvimento Setorial da agência reguladora, Bruno Sobral de Carvalho.

A cartilha tem caráter educativo e foi feita baseada nos problemas identificados na auditoria, como os reajustes de preços pelos serviços prestados. “Quando isso acontece, há sempre um conflito entre a operadora e o hospital ou o médico”, disse Carvalho. Para tentar facilitar a negociação, o diretor explica que consta do guia informações sobre recente instrução normativa..

“O que essa instrução diz é que são necessárias regras claras para esse reajuste. Tem que ser baseado na livre negociação – sempre – mas que também deve conter cláusulas de reserva – caso essa negociação não frutifique – como índices ou percentual pré-fixados”, explicou Carvalho, acrescentando que essa opção é melhor para o consumidor do que a indexação do aumento.

Outro item que precisa ser de fácil entendimento no contrato é a prioridade no atendimento de urgência e de emergência, a gestantes, a idosos e lactantes. Orientações para o faturamento, como organizar os atos e procedimento que precisa de autorização do plano, como internações, também constam da cartilha, disponível na internet.

Fonte : Agência Brasil

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O feriado do dia 1º de maio foi marcado com uma grande manifestação na cidade de Natal (RN). Associações Médicas; sindicatos; Federações; autoridade e representantes de diversas áreas da saúde fizeram do evento um marco na história da classe médica. Confira !!! Clique aqui: 1º de Maio: “Meu Trabalho tem Valor”

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Cuiabá, Mato Grosso, visita Pronto socorro, prefeitura, Kamil, Elza de Queiroz, reivindicações, direitos humanos, dossiê, denuncias.

A Diretoria da Federação Nacional dos Médicos visitou o Pronto Socorro do município de Cuiabá (MT) no último dia 16, terça-feira. Entre os presentes estiveram o Presidente da Fenam, Geraldo Ferreira; o Secretário de Direitos Humanos, José Murisset; o Secretário de Saúde do município, Hussein Fares Kamil; a presidente do sindicato do Estado, Elza de Queiroz e o Diretor Werley Peres.

Para Kamil, a visita da Fenam dá forças para mostrar as grandes dificuldades em que se encontra a saúde de Cuiabá, bem como de todo o Mato Grosso. “Em particular, ainda a muito que melhorar na realidade do Pronto Socorro, a mudança acontece com o tempo, estamos começando a andar”.

“A Federação tem o papel de nos auxiliar nas reivindicações junto aos governos estaduais e municipais. Com apoio e força, a Fenam se faz presente em nosso Estado”, comentou Elza Queiroz.

Na mesma tarde, uma reunião foi realizada entre os médicos do Pronto Socorro; médicos do interior do Estado; Associação Médica; Conselho Regional de Medicina; o Vereador Maurélio Ribeiro. No encontro um dossiê de denúncias contra a violação dos direitos humanos foi entregue ao presidente da Fenam.

Fonte : Imprensa FENAM

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (17) projeto de lei que destina 30% da receita arrecadada em multas de trânsito ao Fundo Nacional de Saúde. O autor, senador Eduardo Amorim (PSC-SE), argumenta que o país vive uma “epidemia” de acidentes de trânsito, que resulta em perda precoce de vidas e oneração do sistema de saúde com o atendimento às vitimas. A proposta segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde receberá decisão terminativa.

A proposta inicial destina os recursos diretamente ao SUS.

A proposta inicial destina os recursos diretamente ao SUS.

A proposta inicial destina os recursos diretamente ao SUS. Porém, emenda apresentada pelo relator e aprovada pelos senadores da CAS, transfere os recursos ao Fundo Nacional de Saúde. A arrecadação de recursos com multas de trânsito este ano, informou Eduardo Amorim, está prevista em mais de R$ 200 milhões no Rio de Janeiro e acima de R$ 1 bilhão em São Paulo. Na avaliação do autor, é justo que parte dessa arrecadação, que ele definiu como “indústria de multas”, seja investida em saúde.

– A intenção é contribuir para que o SUS consiga dar conta dessa verdadeira explosão da demanda, que acaba por restringir os recursos disponíveis para as outras tantas atribuições que deve honrar. Nada mais justo que uma parte da arrecadação com multas de trânsito venha a suprir, ainda que apenas parcialmente, tão urgente necessidade – argumentou Eduardo Amorim.

Dados do Ministério da Saúde citados pelo autor, relativos a 2010, indicam que naquele ano foram realizadas 145.920 internações de vítimas de trânsito financiadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2011, a quantidade de vítimas internadas subiu para 153.565, o que gerou um custo adicional de R$ 200 milhões. Amorim disse ainda que cerca de 30% dos leitos de prontos-socorros têm sido ocupados por vítimas de acidentes de trânsito, com morte de 25% dos condutores internados.

O relator da matéria na CAS, senador Sérgio Petecão (PSD-AC), apresentou voto favorável, com emenda, ressaltando que a magnitude do problema dos acidentes de trânsito no país justifica a aprovação do projeto de lei do Senado (PLS 426/2012) . Petecão afirmou que, em grande parte dos casos, a assistência às vítimas envolve procedimentos de alta complexidade e, portanto, com alto custo. Ele acrescentou que, 50% das receitas arrecadadas com o seguro obrigatório de trânsito – o Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) -, são destinadas ao custeio da assistência médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito.

Fonte : Agência Senado

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O Movimento Saúde+10 realizará um Ato em Defesa da Saúde Pública no dia 10 de abril, a partir das 9h, em frente ao Congresso Nacional. A iniciativa, que tem como objetivo reafirmar a necessidade de fortalecer o SUS público, universal e integral, deverá mobilizar e levar à capital federal cidadãos de diversos estados brasileiros.

Será anunciada a primeira contagem oficial de assinaturas alcançadas até o momento pelo Projeto de Emenda Popular.

Será anunciada a primeira contagem oficial de assinaturas alcançadas até o momento pelo Projeto de Emenda Popular.

Durante a realização do Ato, será também anunciada a primeira contagem oficial de assinaturas alcançadas até o momento pelo Projeto de Emenda Popular que assegura 10% do PIB para o orçamento da União na Saúde.

O movimento

Criado há um ano, o Movimento Nacional em Defesa da Saúde Pública tem como objetivo a coleta de 1,500 milhões de assinaturas em prol de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que assegure o repasse efetivo e integral de 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública brasileira, alterando, dessa forma, a Lei Complementar no 141, de 13 de janeiro de 2012.

A iniciativa visa agregar, de maneira contínua e crescente, entidades organizadas e as diversas instituições, abrangendo toda a sociedade, nas cidades e no campo, no esforço cívico de encaminhar à Câmara Federal tal quantidade de assinaturas para a execução do citado projeto.

Entende-se que a justeza dessa proposição alcançará milhões de mentes e consciências, em uma ampla mobilização nacional, de caráter suprapartidário, exigindo a definitiva priorização da saúde como bem maior de uma nação soberana, que cuida do seu povo e garante os seus direitos constitucionais.

Serviço
Ato em defesa da Saúde Pública
Data: 10 de abril
Horário: 9h
Concentração: Em frente à Catedral Metropolitana de Brasília

Mais informações através do e-mail ou telefone da coordenação Nacional do Movimento: saudemaisdez@gmail.com e (61) 93009669.
Fonte : Movimento Saúde+10

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Na noite dessa segunda-feira (25), o presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, participou de uma assembleia no Rio de Janeiro a convite do SinMed-RJ e CFM com vistas a organizar o movimento nacional dos médicos federais a partir da realidade da elevação das tabelas de negociação que não se avança junto ao Governo Federal sobre a gratificação de desempenho. “Os hospitais estão em situações precárias e a gratificação atinge os médicos, de certa forma, com muita violência, existe uma grande inquietação por parte dos profissionais e os mesmos já vêm fazendo várias assembleias”, disse o presidente.
ImageNo encontro, também ficou decido que boa parte dos médicos irão se preparar para se deslocarem até Brasília para participarem da audiência pública do dia 2 de abril e ao mesmo tempo iniciar um processo de organização para uma possível paralisação nacional. “A Fenam acredita que isso possa ser necessário, pois se no próximo dia dois não houver uma negociação efetivamente encaminhada – e com resposta até o dia 15 de abril – que garanta a recomposição da gratificação de desempenho, não restará outra alternativa aos médicos federais em fazer o movimento de paralisação nacional”, explicou Geraldo Ferreira.Segundo Geraldo, o governo permanece irredutível dizendo que a elevação das tabelas de gratificação geraria um impacto de 700 milhões de reais no orçamento da União. Já o presidente do sindicado dos médicos do Rio de Janeiro (SinMed-RJ), Jorge Darze, argumentou que o Governo “têm dinheiro para os banqueiros, mas não para pagar os médicos”.

Na assembleia também estiveram presentes a presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), Márcia Rosa; a presidente da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), Beatriz Costa; e o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriçá.

Fonte : Viviana Lira

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU), promove entre os dias 19 e 20 deste mês, o curso de formação sindical. Realizado em Brasília, o primeiro curso da confederação abordou preocupações que regem a sua atuação como organização, mobilização e expressão das categorias e profissionais associados.

Representantes da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) e sindicatos participaram do evento, foram eles: o Representante junto às entidades sindicais de grau superior, Jacó Lampert; o Secretário-geral , João Batista; o Diretor de finanças, Mario Ferrari; o Secretário de direitos humanos, José Murisset; o Secretário de assuntos jurídicos, Vânio Lisboa; o Diretor de imprensa do sindicato do Pará (SINDMEPA), Wilson Machado; e o presidente do sindicato do Ceará (SIMEC), José Maria.

A programação do dia 19 contou com uma mesa de especialistas sindicais durante todo o dia. Temas como a conjuntura sindical, apresentada pelo consultor da CNTU, João Guilherme Vargas Netto; desafios e obrigações sindicais, com o presidente da confederação, Murilo Celso de Campos Pinheiro; Justiça do Trabalho, comentada pelo professor de Direito do Trabalho, Claudio Santos; e o exercício jurídico no dia a dia sindical, apresentado por Jonas Matos e Silvia Martins, assessores jurídicos da CNTU, enriqueceram o evento.

Durante os debates ao longo do dia, os representantes da Fenam também se manifestaram. O Diretor de finanças, Mario Ferrari, explicou à plateia que o sindicato tem um papel muito importante nas suas lutas contra as terceirizações da saúde pública, “utilizando uma ferramenta importante, que são ações civis públicas, são ações em que se questionam os aspectos da constitucionalidade das leis”. E disse ainda que a CNTU tem o empenho de fazer o controle concentrado dessas constitucionalidades, “o sindicado faz um difusão e a confederação faz o controle concentrado”.

 

Hoje,20, a mesa da Confederação discute a importância da comunicação para a luta dos trabalhadores.

Hoje,20, a mesa da Confederação discute a importância da comunicação para a luta dos trabalhadores .

O presidente do sindicato do Ceará (SIMEC), José Maria, em debate, comentou sobre a importância e a força que a área sindical tem contra a privatização do Sistema Único de Saúde (SUS). Para ele, “privatizar o SUS é destruir o maior bem da classe trabalhadora, por este motivo o sindicato e outras entidades médicas têm que está unidos” e conclui dizendo que o Sistema só não funciona como está previsto na constituição, por falta de incentivo do Governo Federal.

Durante a manhã e a tarde do dia 20, quarta-feira, a mesa da Confederação discute a importância da comunicação para a luta dos trabalhadores. Um dos temas é a pauta do Congresso Nacional e o papel da imprensa sindical.

Confira mais entrevistas na TV FENAM!

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Representantes da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) vistoriaram a situação de trabalho dos colegas e o atendimento da população em Salvador (BA). A Maternidade de Referência Prof. José Maria de Magalhães Netto, recebeu uma atenção maior da comitiva devido à greve dos médicos que se iniciou há 12 dias. Os profissionais reivindicam o direito de ter carteira assinada, piso FENAM e melhores condições para trabalhar. O presidente da Federação Nordestina dos Médicos, José dos Santos Menezes, fala sore o caso e o presidente da FENAM reforça a importância da luta e união do movimento médico.

Assista aqui a reportagem completa: http://web.fenam2.org.br/tv/showData/403254

Em Salvador (BA),  Maternidade de Referência Prof. José Maria de Magalhães Netto têm pacientes nos corredores.

Em Salvador (BA), Maternidade de Referência Prof. José Maria de Magalhães Netto têm pacientes nos corredores.

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